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Jonas Jozino
“Eu vi armas .30, .40, calibre 12, revólveres 38 e metralhadoras”, disse o radialista Rodrigo Penteado de uma radio local ainda bastante assustado. “Eram 8 horas da manhã quando eles começaram a dar tiros para tudo quanto era lado, obrigar as pessoas a ficarem de escudo na frente da agência e entraram no estabelecimento bancário. Ficaram lá por mais ou menos uma hora”.
O Banco do Brasil sabia, o serviço de inteligência da Polícia Militar também sabia. Nem assim não conseguiram evitar que bandidos especializados em assaltos a banco entrassem no Banco do Brasil de Aripuanã na manhã desta quarta-feira para mais um assalto cinematográfico. Toda a ação foi acompanhada pelo radialista Rodrigo Penteado, da Rádio Aripuanã, que ouviu mais de 50 tiros disparados pelos marginais, que fugiram com todo o dinheiro que estava no cofre da agência e ainda levaram o dono de uma caminhote, um cliente e o gerente do banco na fuga.
A ação, já era de conhecimento da Polícia Militar e do Banco do Brasil, conforme o portal de notícias 24 Horas News divulgou com exclusividade no dia 6 de fevereiro deste ano às 10h37 em entrevista com o coronel Luís Claudio Monteiro, do Comando Regional -8, em Juína, no Noroeste de Mato. Na ocasião ele informava ter recebido informações que uma quadrilha especializada em assalto a bancos estaria planejando uma ação cinematográfica na região. Segundo ele, os alvos eram as agências do município de Juína, Juara e Aripuanã. Durante aquela semana, a Polícia Militar intensificou a vigilância pelas três cidades. Nesta terça-feira só haviam três viaturas contando os veículos da Polícia Militar e da Polícia Civil.
E os marginais, pelo menos seis, segundo o radialista Rodrigo Penteado que viu toda a ação quando se dirigia para a Rádio Aripuanã e confirmada por um cabo da Polícia Militar, entraram na agência fortemente armados. “Eu vi armas .30, .40, calibre 12, revólveres 38 e metralhadoras”, disse o radialista ainda bastante assustado. “Eram 8 horas da manhã quando eles começaram a dar tiros para tudo quanto era lado, obrigar as pessoas a ficarem de escudo na frente da agência e entraram no estabelecimento bancário. Ficaram lá por mais ou menos uma hora”, completou.
Segundo Penteado, ao deixarem o Banco do Brasil, os assaltantes fizeram de refém um empresário que passava pelo local com uma caminhote. Levaram ainda um cliente e o gerente do banco. “Eles saíram em disparada em direção ao aeroporto de Aripuanã, mas até agora não vi nenhum avião levantar vôo”, disse o radialista lembrando que a região é de mata fechada e que após a fuga as polícias Civil e Militar saírem em perseguição.
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