|
Nas minhas entrelinhas da edição passada fiz questão de abordar a atuação permanente do Ministério Publico Estadual e de algumas entidades sociais que trabalharam com muita determinação, ousadia e coragem para excluir definitivamente alguns membros da alta cúpula do judiciário mato-grossense do poder, entre eles; juízes de primeira instancia, desembargadores e o próprio ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado José Ferreira Leite, que pelo exposto, usava e abusava do poder para favorecer apaziguados e em especial uma instituição ate então vista como entidade seria e vigilante da lei. A Maçonaria.
Nesta edição volto a elogiar novamente a atuação brilhante do Ministério Publico, uma das poucas instituições que ainda goza de um grande prestigio e credibilidade perante a sociedade, tendo em vista que a função dos promotores de justiça na condição de representante do Estado é promover a defesa da ordem jurídica junto ao poder judiciário assim como garantir a ampla defesa da ordem jurídica, dos interesses da sociedade e da fiel observância da das leis e da constituição.
Desta feita em Barra do Garças, mesmo que um tanto quanto tardia, uma decisão semelhante junto ao poder legislativo não foi diferente. A promotora de justiça Carla Marques Salati acaba de tomar uma decisão inédita em nossa cidade, após denuncia formulada por dois vereadores de oposição, a representante do MP acatou a denuncias contra a câmara municipal e mandou a presidente daquela casa de leis Antonia Jacob Barbosa que detém em suas mãos um orçamento mensal em torno de R$ 185 Mil a abrir os balancetes orçamentário e financeiro do legislativo e tornar publico as suas despesas, ou seja: abrir a “caixa preta” para que a oposição e conseqüentemente a população possa ter acesso as informações até então confidencial de todos os gastos, sem exceção praticados por aquele poder, isso incluso despesas com diárias para vereadores, contratação de funcionários e de empresas prestadoras de serviço, alem de outras regalias.
Como cidadão e critico imagino o vexame que passa nesse momento principalmente a presidente da câmara Antonia Jacob que talvez por sua conduta sistemática de aliada do executivo, por algum tempo pode ter imaginado que estava acima da lei ao ponto de negar informações que deveriam ser publicas e ao alcance da sua população. Com essa decisão a população de Barra do Garças passa a respirar mais aliviada e dar mais credibilidade ao Ministério Publico, principalmente pelo fato do MP mostrar aos detentores do poder em Barra do Garças que eles não estão acima da lei, ou seja deixaram de serem “os intocáveis” da Barra. Ainda bem que não são intocáveis aos olhos da lei.
No meu ver a justiça não fez mais que sua obrigação ao fazerem cumpriu a lei. È este o seu papel, participar desse processo de execução e mostrar que esta atenta a qualquer tipo de mazelas e má aplicação dos recursos públicos, milhões esses adquiridos graças ao pagamento dos impostos com o dinheiro do contribuinte, mesmo sendo sua obrigação, é nosso obrigação também divulgar e elogiar a justiça. Se a mesa diretora da câmara não deve, não tem o que tremer, mas se deve terá que pagar. Alguns em Barra do Garças estão torcendo para que o MP comece logo a levantar também a vida financeira de alguns pastores em Mato Grosso que deslumbram mordomias e que usam e abusam do poder eclesiástico para enriquecem ilicitamente as custas do dinheiro dos seus fiéis usando as “suas” Igrejas. Será essa a ponta de um Airbeg em Barra do Garças? Façam suas apostas...
Adicionar como favorito (0) | Publique este artigo no seu site | Visto: 1829
|
- Por favor, o assunto do seu comentário precisa ser relevante ao assunto do artigo.
- Ataques pessoais serão deletados.
- Por favor, não use os comentário para fazer propaganda de seu site ou será deletado.
| |