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Em discussão, filho acusa Galvan de corrupção na Aprosoja

Presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan foi alvo de mandado da Polícia Federal nesta semana

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O presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, a esposa Paula Boaventura e o filho dele, Rafael Galvan, protagonizaram uma discussão em um grupo de Whatsapp nesta semana.

Em uma conversa que “vazou”, Rafael Galvan acusou o pai de praticar corrupção dentro da Aprosoja. Segundo ele, Antônio Galvan beneficiou a atual esposa e sua madrasta, Paula Boaventura, com um contrato dentro da instituição no valor de R$ 1,5 milhão.

Antônio Galvan foi alvo de um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal no último dia 20 por supostamente financiar atos violentos e ameaça à democracia.

A discussão começou após Paula postar no grupo uma imagem onde apontava corrupção no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso Nacional.

Em seguida, Rafael Galvan comentou: “E viva a corrupção! Corrupção é feita dentro de instituições também. Aprosoja. Não é só no Senado e na Câmara dos Deputados. Desde que beneficie a amante e o presidente o faça. E tem gente que acha ser esperto. Mas o MP [Ministério Público] está aí para isso. E já já a bomba vai estourar. Aqui se faz aqui se paga!”, escreveu.

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Logo depois, Antônio Galvan responde o filho e cobra que ele apresente provas da acusação.

“Mostra pro teu pai onde que está essa corrupção na Aprosoja? Quero que você me mostre com provas na mão”, indagou.

Rafael Galvan rebateu o pai afirmando que ele tem que apresentar provas para o Ministério Público. Ele ainda acusou Antônio Galvan de trair a mãe, Nelza Galvan, por três anos com Paula Boaventura.

“Daí o otário traiu a minha mãe 3 anos. Arrumou uma interesseira. Deu contrato milionário para a amante de mais de 1.500.000,00 para ela comprar apartamento. Velho trouxa. Mas já já você vai ter o seu”, acusou.

Imediatamente Paula pediu desculpas aos demais participantes do grupo e defendeu o contrato que possui com a Aprosoja.

“Vizinhos peço desculpas pelo constrangimento. Mas, o Rafael Galvan é meu enteado. Sem profissão definida, não tem endereço profissional,  sempre foi dependente da mãe. Quanto as minhas ações da Aprosoja, não há nenhuma ilegalidade”, disse.

“As propostas antes de contratadas passaram pelas diretorias Plena, Executiva e Assembleia. Inclusive, alguns foram contratados no êxito. E fique tranquilo Rafael a escritura pública de união estável é com separação total de bens. Se insistir, vou processar você”, acrescentou.

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Veja os prints: 

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Suspensão das importações já afeta produção de 9 frigoríficos

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Suspensão das importações de carne bovina brasileira por 3 países após casos atípicos da doença da “vaca louca” afeta produção de 9 frigoríficos de Mato Grosso. Desde o dia 4 deste mês, a China deixou de comprar a proteína animal fornecida pelo Brasil. O país asiático consumiu 50% do volume de carne bovina exportada pelos frigoríficos mato-grossenses em 2021. A interrupção das exportações para a China foi imediata à confirmação dos dois casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) -doença conhecida como o “mal da vaca louca” -em Mato Grosso e em Minas Gerais. Na sequência, Rússia e Arábia Saudita – este no dia 6 – também deixaram de importar o produto.

Dentre os 32 frigoríficos aptos à exportação com Serviço de Inspeção Federal (SIF) no Estado -11 deles pertencentes ao grupo JBS -, 7 são habilitados a vender para a China e dois para a Rússia, informa o Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo). A suspensão das importações de carne bovina brasileira pela Arábia Saudita envolve 5 frigoríficos de Minas Gerais, esclarece o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Para Arábia Saudita, (exportações) sem restrições”, diz o presidente do Sindifrigo, Paulo Bellincanta, sobre as vendas externas de Mato Grosso para aquele país.

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De acordo com ele, todos os frigoríficos de Mato Grosso aptos a vender para China e Rússia estão sem produzir para estes dois países. Eles representam 28% do total de indústrias aptas à exportação da proteína animal no Estado.

Neste ano, os frigoríficos mato-grossenses exportadores de carne faturaram US$ 1,1 bilhão com embarque total de 247 mil toneladas de carne bovina, de janeiro a agosto. Deste volume, 50,5% foram direcionados para a China, que demandou 124.898 (t) por US$ 640,7 milhões, segundo o Mapa. A Arábia Saudita importou 3.897 (t) de carne bovina por US$ 17,2 milhões, acumulados nos 8 meses de 2021. Sobre a Rússia, a plataforma digital Agrostat do Ministério da Agricultura não forneceu informações.   Comparado com os 8 primeiros meses de 2020, as vendas de carne bovina de Mato Grosso aumentaram 24,9% para China e 26,2% para Arábia Saudita neste ano. Ao todo, o comércio do produto com os demais países apresentou redução de 4,2% em volume e evolução de 8,8% no saldo comercial em relação ao último ano. Em 2020, até agosto, Mato Grosso embarcou 257.978 toneladas de carne bovina pela quantia total de US$ 1 bilhão.

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Tratativas 

O Mapa esclarece que a Arábia Saudita suspendeu importações devido a ocorrência de EEB, apesar da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ter concluído, no dia 6, que não há risco de contaminação do rebanho por ser atípica. A decisão daquele país foi comunicada ao Mapa pelo adido agrícola em Riade. Foram encaminhadas informações técnicas sobre o caso para as autoridades sanitárias da Arábia Saudita e estão sendo realizadas reuniões, mas não há ainda previsão sobre a retirada das suspensões. Em relação à China, o Brasil suspendeu temporariamente – no dia 4 -as exportações de carne bovina em cumprimento ao protocolo sanitário firmado com aquele país. A suspensão continua vigente até que autoridades chinesas concluam avaliação das informações repassadas pelo Brasil. Também não há, ainda, previsão de retomada das vendas desse produto para aquele país.

A Rússia suspendeu, na semana passada, alguns produtos de alguns SIFs. O Mapa enviou informações técnicas as autoridades sanitárias da Rússia, solicitando que essas restrições temporárias não sejam impostas.

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