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Indea prorroga vacinação contra febre aftosa até 10 de dezembro

Atrasos na distribuição e a falta de vacina em alguns municípios provocaram a prorrogação

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O Indea prorrogou o período de vacinação contra febre aftosa até o dia 10 de dezembro, mantendo para a mesma data o prazo para comunicação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aprovou a dilação do prazo. Nas propriedades localizadas no baixo pantanal mato-grossense a etapa vai até o dia 15 de dezembro.

A venda de vacinas contra febre aftosa para estabelecimentos rurais de Mato Grosso atingiu um total de 15.699.641 doses em 29 de novembro. Os dados são referentes às notas fiscais inseridas no sistema informatizado do Indea, sem considerar as vacinas compradas em outros estados.

O estoque de 4.195.075 de doses seria suficiente para a conclusão da etapa, porém, atrasos na distribuição e a falta de vacina em alguns municípios provocaram a prorrogação. Os 10 dias a mais serão suficientes para as lojas veterinárias e produtores rurais concluírem a imunização do maior rebanho do Brasil.

Nesta etapa, são vacinados bovinos e bubalinos até dois anos de idade. Desde 2005, as etapas têm alcançado índices de vacinação superiores a 99%.

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Senador do agronegócio de Mato Grosso sai na defesa de Lula e afirma “Não é o MST, é o Bolsonaro que toma nossas terras”

Senador defende governo do PT e diz que Bolsonaro defende desmatamento e grilagem de terra

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O PT está eufórico com o apoio que a candidatura Lula conquistou nos últimos dias num segmento quase eminentemente bolsonarista: o agronegócio.

O petista está “entrando” num dos estados mais pró-Bolsonaro do país, que é o Mato Grosso. Em 2018, esses eleitores deram 66,4% de votos ao atual presidente, na disputa contra Fernando Haddad.

Na última pesquisa do Datafolha, Bolsonaro alcançava 32% no Centro-Oeste, contra 25% de Lula.

Na semana que passou, Lula ganhou a adesão de uma turma forte do agronegócio matogrossense. Estão com o PT o senador licenciado Carlos Fávaro, do PSD de Kassab, e o deputado federal Neri Geller, do PP de Arthur Lira

Juntos, trazem o apoio da família Maggi, onde estão os maiores produtores de soja do mundo.

 

Os dois – Fávaro e Geller – estiveram com Lula e Geraldo Alckmin semana passada, em Brasília. Posaram para fotos e oficializaram o apoio.

Desde o anúncio, os dois estão sendo alvos de críticas e de notas de repúdio de um ou outro sindicato rural no estado, mas também têm recebido apoios, esses mais discretos e em silêncio.

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Fávaro, que já foi um assentado da reforma agrária e hoje é uma agropecuarista de peso no estado, conversou com o Blog do Noblat sobre esse momento. Está convicto de sua escolha. Ele argumenta, com dados comparativos, que as gestões do PT foram muito mais vantajosas para o agronegócio que esses quatro anos de Bolsonaro.

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