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Agronegócio

Mato Grosso vacina 99,67% do rebanho de bovinos e bubalinos contra febre aftosa

Atualmente, a população de bovinos e bubalinos no estado soma 31.989.823 cabeças.

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Pelo 16º ano consecutivo, Mato Grosso vacina mais de 99% do rebanho de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa. De acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), nessa etapa foram imunizados 30.178.842 animais de “mamando a caducando”, com exceção daqueles que são criados no Baixo Pantanal e na região Noroeste do estado, reconhecida como zona livre de aftosa sem vacinação.

Em função da pandemia da Covid-19, em 2021, o órgão dispensou a comunicação presencial da vacinação contra aftosa, uma forma encontrada para manter o protocolo de biossegurança, protegendo a produtores rurais e servidores do órgão.

Atualmente, a população de bovinos e bubalinos no estado soma 31.989.823 cabeças.

Neste ano, as taxas de vacinação chegaram a 99.67%, contudo foram identificadas 1.045 propriedades sem registro de imunização que serão visitadas pelo Indea-MT até a total resolução. Ao todo foram fiscalizados 258 estabelecimentos rurais e 286.342 bovinos no decorrer da etapa.

Os 10 municípios que apresentam os maiores rebanhos do estado são Cáceres (1.160.000), Vila Bela da Santíssima Trindade (1.075.481), Juara (930.105), Juína (811.658), Alta Floresta (808.719), Colniza (699.050), Pontes e Lacerda (689.543), Vila Rica (674.113), Porto Esperidião (554.976) e Novas Bandeirantes (537.232), juntos eles totalizam 7.940.877 animais, o que representa um quarto dos bovinos e bubalinos de Mato Grosso.

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Os números refletem a eficiência do trabalho desenvolvido pelo Indea-MT em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), ambos responsáveis pela regulamentação, divulgação, educação sanitária, controle e fiscalização da comercialização de vacinas e vacinação animal.

O combate à febre aftosa é marcado pela massiva adesão dos produtores rurais e representativas do setor, como a Famato, Acrimat, Acrismat, Sindifrigo, Ovinomat e Fesa.

Medidas de segurança

Para resguardar os envolvidos na etapa de imunização foram suspensas as vacinações oficiais eletivas, mantendo-se apenas a fiscalização nos casos de denúncia ou maior risco, porém mantendo os cuidados necessários.

Mato Grosso é reconhecido como um estado livre de febre aftosa pela Organização Mundial de Saúde Animal(OIE), sendo a região limítrofe com Rondônia que engloba os municípios de Colniza, Rondolândia, Aripuanã, Juína e Comodoro, área livre sem vacinação. O último foco de aftosa no estado ocorreu em 1996.

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Agronegócio

Senador do agronegócio de Mato Grosso sai na defesa de Lula e afirma “Não é o MST, é o Bolsonaro que toma nossas terras”

Senador defende governo do PT e diz que Bolsonaro defende desmatamento e grilagem de terra

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O PT está eufórico com o apoio que a candidatura Lula conquistou nos últimos dias num segmento quase eminentemente bolsonarista: o agronegócio.

O petista está “entrando” num dos estados mais pró-Bolsonaro do país, que é o Mato Grosso. Em 2018, esses eleitores deram 66,4% de votos ao atual presidente, na disputa contra Fernando Haddad.

Na última pesquisa do Datafolha, Bolsonaro alcançava 32% no Centro-Oeste, contra 25% de Lula.

Na semana que passou, Lula ganhou a adesão de uma turma forte do agronegócio matogrossense. Estão com o PT o senador licenciado Carlos Fávaro, do PSD de Kassab, e o deputado federal Neri Geller, do PP de Arthur Lira

Juntos, trazem o apoio da família Maggi, onde estão os maiores produtores de soja do mundo.

 

Os dois – Fávaro e Geller – estiveram com Lula e Geraldo Alckmin semana passada, em Brasília. Posaram para fotos e oficializaram o apoio.

Desde o anúncio, os dois estão sendo alvos de críticas e de notas de repúdio de um ou outro sindicato rural no estado, mas também têm recebido apoios, esses mais discretos e em silêncio.

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Fávaro, que já foi um assentado da reforma agrária e hoje é uma agropecuarista de peso no estado, conversou com o Blog do Noblat sobre esse momento. Está convicto de sua escolha. Ele argumenta, com dados comparativos, que as gestões do PT foram muito mais vantajosas para o agronegócio que esses quatro anos de Bolsonaro.

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