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Agronegócio

MT foi responsável por 25% das exportações de soja do país

Além disso, foi o estado que mais exportou se comparado a outras unidades federativas.

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Agronegócio

Mato Grosso foi responsável por 25% do volume total de exportações do Brasil em 2021. Além disso, foi o que mais exportou se comparado com outros estados.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), foram mais de 86 milhões de toneladas de soja exportada pelo Brasil em 2021. O volume é 5% maior do que 2020 e superou o recorde de 2018, que era de 83 milhões de toneladas.

A China foi o país que mais comprou, foi quase 60 milhões de toneladas.

De acordo com o analista de mercado Rodrigo Santos, mesmo com as chuvas tardias, o estado conseguiu manter a média de exportações.

“Apesar de na última safra a gente ter o período de chuvas um pouco tardio, o país conseguiu manter a produtividade dentro daquilo que era esperado e o mercado externo absorveu toda essa produção e fez com que a gente batesse os recordes de exportação”, disse.

Em contrapartida, a exportação de milho foi a menor desde 2012. No ano passado foram 20 milhões de toneladas. Em 2019, o número foi de 19 milhões.

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Mesmo assim, 60% do que o país exportou, saiu de Mato Grosso.

Segundo o analista, a justificativa são os problemas climáticos em todo o país no período de plantação do milho.

“No caso do milho, a gente teve um problema climático severo durante um período importante da produção com falta de chuva. Isso fez com que o volume fosse quase 20% menor de produção e teve o impacto na importação também”, contou.

Outro fator, está em relação as indústrias de etanol motivaram o aumento da compra do milho no mercado interno, segundo Rodrigo.

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Agronegócio

Senador do agronegócio de Mato Grosso sai na defesa de Lula e afirma “Não é o MST, é o Bolsonaro que toma nossas terras”

Senador defende governo do PT e diz que Bolsonaro defende desmatamento e grilagem de terra

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O PT está eufórico com o apoio que a candidatura Lula conquistou nos últimos dias num segmento quase eminentemente bolsonarista: o agronegócio.

O petista está “entrando” num dos estados mais pró-Bolsonaro do país, que é o Mato Grosso. Em 2018, esses eleitores deram 66,4% de votos ao atual presidente, na disputa contra Fernando Haddad.

Na última pesquisa do Datafolha, Bolsonaro alcançava 32% no Centro-Oeste, contra 25% de Lula.

Na semana que passou, Lula ganhou a adesão de uma turma forte do agronegócio matogrossense. Estão com o PT o senador licenciado Carlos Fávaro, do PSD de Kassab, e o deputado federal Neri Geller, do PP de Arthur Lira

Juntos, trazem o apoio da família Maggi, onde estão os maiores produtores de soja do mundo.

 

Os dois – Fávaro e Geller – estiveram com Lula e Geraldo Alckmin semana passada, em Brasília. Posaram para fotos e oficializaram o apoio.

Desde o anúncio, os dois estão sendo alvos de críticas e de notas de repúdio de um ou outro sindicato rural no estado, mas também têm recebido apoios, esses mais discretos e em silêncio.

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Fávaro, que já foi um assentado da reforma agrária e hoje é uma agropecuarista de peso no estado, conversou com o Blog do Noblat sobre esse momento. Está convicto de sua escolha. Ele argumenta, com dados comparativos, que as gestões do PT foram muito mais vantajosas para o agronegócio que esses quatro anos de Bolsonaro.

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