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‘Rei da soja’ diz que Bolsonaro é ruim de serviço e elogia política do PT junto ao agro

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A divisão do agronegócio em Mato Grosso em torno dos dois candidatos que lideram a corrida à presidência da República – Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) – tem provocado rachaduras no setor com manifestações favoráveis e contrárias aos pré-candidatos.

A última delas é do empresário ‘Rei da Soja’ Elusmar Maggi Scheffer, sócio-proprietário do Grupo Bom Futuro, empresa que tem o cultivo da soja como principal atividade econômica. Ele é primo do ex-governador e ex-senador Blairo Maggi.

Em um áudio que circula nas redes sociais nesta sexta-feira (15), Elusmar critica o presidente Bolsonaro e faz elogios às políticas de financiamento do PT para o agronegócio enquanto o partido ocupava a presidência.

“Esse presidente fosse bom teria dado uma verba que nem o PT deu aí para fazer armazém. Treze anos para pagar com 3 anos de carência”, disse. “Esse presidente é muito ruim de serviço”.

“Esse Armazém que tá aí, ó… do lado aí, isso aí é dinheiro do PT que deu para fazer com ‘jurinho’ de dois e meio por cento, com três anos de carência e 13 anos para pagar”, explicou.

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Elusmar segue e diz que Bolsonaro não é um exemplo para a população e comenta sobre as motociatas que o presidente costuma fazer pelas cidade que visita.

“Agora esse motoqueiro aí, esse presidente motoqueiro, não passa de simples motoqueiro.
Dando mal exemplo ainda para a nação”, finaliza.

Outro lado 

Em nota, a Bom Futuro disse que não se pronuncia a respeito de posicionamentos pessoais de seus acionistas e reforça ainda que preza pela liberdade de expressão de todos os acionistas e colaboradores do grupo.

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Agronegócio

Senador do agronegócio de Mato Grosso sai na defesa de Lula e afirma “Não é o MST, é o Bolsonaro que toma nossas terras”

Senador defende governo do PT e diz que Bolsonaro defende desmatamento e grilagem de terra

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O PT está eufórico com o apoio que a candidatura Lula conquistou nos últimos dias num segmento quase eminentemente bolsonarista: o agronegócio.

O petista está “entrando” num dos estados mais pró-Bolsonaro do país, que é o Mato Grosso. Em 2018, esses eleitores deram 66,4% de votos ao atual presidente, na disputa contra Fernando Haddad.

Na última pesquisa do Datafolha, Bolsonaro alcançava 32% no Centro-Oeste, contra 25% de Lula.

Na semana que passou, Lula ganhou a adesão de uma turma forte do agronegócio matogrossense. Estão com o PT o senador licenciado Carlos Fávaro, do PSD de Kassab, e o deputado federal Neri Geller, do PP de Arthur Lira

Juntos, trazem o apoio da família Maggi, onde estão os maiores produtores de soja do mundo.

 

Os dois – Fávaro e Geller – estiveram com Lula e Geraldo Alckmin semana passada, em Brasília. Posaram para fotos e oficializaram o apoio.

Desde o anúncio, os dois estão sendo alvos de críticas e de notas de repúdio de um ou outro sindicato rural no estado, mas também têm recebido apoios, esses mais discretos e em silêncio.

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Fávaro, que já foi um assentado da reforma agrária e hoje é uma agropecuarista de peso no estado, conversou com o Blog do Noblat sobre esse momento. Está convicto de sua escolha. Ele argumenta, com dados comparativos, que as gestões do PT foram muito mais vantajosas para o agronegócio que esses quatro anos de Bolsonaro.

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