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SÃO JOSÉ DO XINGU- Família produz pequi gigante que chega a pesar mais de 2 kg em terra fértil

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Uma produção de pequi localizada em uma chácara de São José do Xingu (MT) tem chamado a atenção da população devido ao tamanho do fruto. Alguns frutos colhidos na região chegam a pesar mais de 2 kg. Geralmente, os pequis produzidos no estado pesam de 100 a 300g.

Ao g1, o agrônomo Gustavo Matos Gonçalves contou que todos os anos ‘nascem’ pequis gigantes, mas afirma que não sabe o que acontece para que os frutos cresçam dessa maneira.

“Não sei dizer se é um pequi de uma espécie diferente, mas acredito que o solo fértil pode ter ajudado nesse processo. Aqui na chácara tem bastante pé de pequi, mas esse é o único que produz frutos desse tamanho”, disse.

 

Pequi gigante é vendido na cidade e para turistas que passam pela zona rural de São José do Xingu (MT) — Foto: Gustavo Gonçalves/Arquivo pessoal

Pequi gigante é vendido na cidade e para turistas que passam pela zona rural de São José do Xingu (MT) — Foto: Gustavo Gonçalves/Arquivo pessoal

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Esquema orquestrado por 130 “barões” do Agro causa prejuízo de R$ 45 milhões aos cofres de MT

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Um esquema criminoso de fraude e sonegação fiscal causou um prejuízo aos cofres estaduais de cerca de R$ 45 milhões, referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e multas pelas infrações cometidas. O valor é devido por 130 produtores rurais que são investigados, na Operação Ultimatum, por terem comercializado, aproximadamente, R$ 110 milhões em grãos sem nota fiscal e sem pagar imposto.

A Operação Ultimatum, deflagrada nesta quarta-feira (24.11), apura essas práticas de crimes contra a ordem econômica e tributária. A ação é desenvolvida em conjunto com a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), Delegacia Especializada em Crimes

O esquema de sonegação fiscal foi detectado a partir do trabalho desenvolvido pela Sefaz, por meio de auditorias e análise de dados. A ação é um desdobramento da Operação Fake Paper, realizada em 2019, que teve início com a constatação de operações atípicas promovidas por produtores rurais e empresas, em que havia saída de notas fiscais, mas sem lastro da entrada de produtos.

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De acordo a Superintendência de Fiscalização (Sufis), nessa Operação Ultimatum o alvo são os produtores rurais que originaram as operações fraudulentas. O esquema funcionava da seguinte forma, o produtor rural vendia para a empresa os grãos sem nota fiscal ou com documentação inidônea e, por consequência, sem recolher o tributo devido. Já a empresa adquirente da mercadoria usava documentação falsa, para simular a entrada desses grãos e, posteriormente, vender para terceiros.

É importante destacar que a operação de mercadoria sem a devida documentação fiscal ou até mesmo com nota fiscal falsa, em nome de terceiros, que não corresponda à operação – popularmente conhecida como nota fria, é crime tributário previsto em lei.

De acordo com a Sefaz, os próximos passos da operação é notificar esses contribuintes e lançar os débitos nos procedimentos administrativos fiscais para a cobrança de ICMS devido por cada operação, que está sendo devidamente calculado, acrescido de multas e acréscimos legais.

Já a Delegacia Fazendária convocará os produtores para prestarem esclarecimentos no inquérito policial que investiga a organização criminosa. No que diz respeito às notificações do Cira, o objetivo é de possibilitar ao produtor rural a regularização de seus débitos com o Estado.

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A Operação Ultimatum é considerada como inédita em Mato Grosso integrando órgãos importantes que atuam na ordem tributária. Os mandados de intimação e notificação estão sendo cumpridos nos municípios de Cuiabá, Sorriso, Sinop, Vera, Feliz Natal, Nova Mutum.

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