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Silo explode com toneladas de milho e causa prejuízo milionário em MT

Acidente não deixou feridos

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O desabamento de um silo que guardava várias toneladas de milho causou um prejuízo milionário e também gerou susto e preocupação no município de Marcelândia (710 km de Cuiabá). O fato foi registrado na manhã deste sábado (17) e não houve feridos

Valor estimado na somatória do milho e da estrutura que se rompeu chega aos R$ 20 milhões. Contudo, o maior prejuízo ficará mesmo por conta da estrutura metálica, pois parte do milho que ficou espalhada será recuperada.

O silo estava instalado numa propriedade particular da empresa Armazéns Fistarol, nas proximidades da rodovia estadual MT-320 e armazenava a produção de vários agricultores que atuam na região de Marcelândia.

Segundo informações preliminares, algumas pessoas estavam nas proximidades do silo, mas nenhuma delas foi atingida pela estrutura metálica e nem pela carga de milho que estava armazenada.

A empresa dona do silo atua na compra e venda de cereais, venda de insumos, sementes, assistência técnica agropecuária, veterinária e transportes em geral. Com o estouro do galpão metálico, o local passará por perícia para apontar a causa do desabamento.

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Preliminarmente, uma das suspeitas iniciais é de que os responsáveis por armazenar o milho encheram demais o silo.

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Mato Grosso vacina 99,67% do rebanho de bovinos e bubalinos contra febre aftosa

Atualmente, a população de bovinos e bubalinos no estado soma 31.989.823 cabeças.

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Pelo 16º ano consecutivo, Mato Grosso vacina mais de 99% do rebanho de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa. De acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), nessa etapa foram imunizados 30.178.842 animais de “mamando a caducando”, com exceção daqueles que são criados no Baixo Pantanal e na região Noroeste do estado, reconhecida como zona livre de aftosa sem vacinação.

Em função da pandemia da Covid-19, em 2021, o órgão dispensou a comunicação presencial da vacinação contra aftosa, uma forma encontrada para manter o protocolo de biossegurança, protegendo a produtores rurais e servidores do órgão.

Atualmente, a população de bovinos e bubalinos no estado soma 31.989.823 cabeças.

Neste ano, as taxas de vacinação chegaram a 99.67%, contudo foram identificadas 1.045 propriedades sem registro de imunização que serão visitadas pelo Indea-MT até a total resolução. Ao todo foram fiscalizados 258 estabelecimentos rurais e 286.342 bovinos no decorrer da etapa.

Os 10 municípios que apresentam os maiores rebanhos do estado são Cáceres (1.160.000), Vila Bela da Santíssima Trindade (1.075.481), Juara (930.105), Juína (811.658), Alta Floresta (808.719), Colniza (699.050), Pontes e Lacerda (689.543), Vila Rica (674.113), Porto Esperidião (554.976) e Novas Bandeirantes (537.232), juntos eles totalizam 7.940.877 animais, o que representa um quarto dos bovinos e bubalinos de Mato Grosso.

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Os números refletem a eficiência do trabalho desenvolvido pelo Indea-MT em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), ambos responsáveis pela regulamentação, divulgação, educação sanitária, controle e fiscalização da comercialização de vacinas e vacinação animal.

O combate à febre aftosa é marcado pela massiva adesão dos produtores rurais e representativas do setor, como a Famato, Acrimat, Acrismat, Sindifrigo, Ovinomat e Fesa.

Medidas de segurança

Para resguardar os envolvidos na etapa de imunização foram suspensas as vacinações oficiais eletivas, mantendo-se apenas a fiscalização nos casos de denúncia ou maior risco, porém mantendo os cuidados necessários.

Mato Grosso é reconhecido como um estado livre de febre aftosa pela Organização Mundial de Saúde Animal(OIE), sendo a região limítrofe com Rondônia que engloba os municípios de Colniza, Rondolândia, Aripuanã, Juína e Comodoro, área livre sem vacinação. O último foco de aftosa no estado ocorreu em 1996.

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