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Congresso contraria Bolsonaro e aprova união de partidos em federações; quatro de MT votam para manter veto

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O Congresso derrubou nesta segunda-feira (27) o veto integral do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao projeto que permite a dois ou mais partidos se unirem em uma federação partidária para atuarem de forma unitária em todo o país.

Durante sessão, o veto foi rejeitado, primeiramente, pelo Senado, por 45 votos pela derrubada e 25 pela manutenção, entre eles os três senadores de Mato Grosso: Wellington Fagundes (PL), Jayme Campos (DEM) e Carlos Fávaro (PSD).

Na sequência, na Câmara, o veto foi derrubado por 352 votos a 110. Entre os favoráveis a manutenção do veto, o único de Mato Grosso foi José Medeiros (Podemos). Emanuelzinho (PTB), Juarez Costa (MDB), Nelson Barbudo (PSL), Neri Geller (PP), Rosa Neide (PT) e Valtenir Pereira (MDB) votaram para sacramentar o retorno da proposta de união partidária.

Com a decisão dos congressistas, o projeto vai à promulgação e a federação valerá para as próximas eleições, em 2022.

A proposta é uma bandeira dos partidos menores, como Rede e PCdoB, que temem não alcançar a chamada “clausula de barreira”, criada para extinguir legendas que não tenham um desempenho mínimo a cada eleição. Com a nova lei, o desempenho seria calculado para a federação como um todo, e não para cada legenda individualmente.

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O projeto foi vetado totalmente por Bolsonaro com o argumento de que a federação partidária contraria o interesse público por ter “características análogas à das coligações partidárias, que foram proibidas pela Emenda Constitucional 97, de 2017, para aprimorar o sistema representativo, com a redução da fragmentação partidária”.

Com o texto promulgado, siglas com afinidade idológica e programática poderão se unir, sem que seja necessário fundir os diretórios. A união deve durar, pelo menos, quatro anos, e o partido que se desligar antes perde, por exemplo, o acesso ao fundo partidário. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)

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O ponto mais importante da fala de Lula: é preciso devolver o fascismo ao esgoto de onde jamais deveria ter saído

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Dos cerca de 40 minutos de discurso, lido durante o lançamento do Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil neste sábado (7) em São Paulo, o ponto mais importante da fala do ex-condenado Lula foi a defesa de que o fascismo seja devolvido ao esgoto onde jamais deveria ter saído e a defesa de uma “revolução pacífica” no País.

“Chega de ameaças, chega de suspeições absurdas, chega de chantagens verbais, chega de tensões artificiais”, disse Lula. “Nós vamos fazer a maior revolução pacífica que a história do mundo conhece”.

O país precisa de calma e tranquilidade para trabalhar e vencer as dificuldades atuais. E decidirá livremente, no momento que a lei determina, quem deve governá-lo”, acrescentou.

Nós queremos governar para trazer de volta o modelo de crescimento econômico com inclusão social que fez o Brasil progredir de modo acelerado e tirou 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza”, disse.

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