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O Bolsonaro perderá e deixará o poder, como deve ser’, diz Lula a jornal francês

‘Então, sem dúvida, ele terá que responder aos tribunais por seus atos arbitrários’, acrescentou o petista sobre o atual presidente

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O ex-presidente Lula afirmou, em entrevista ao jornal francês Libération, que o presidente Jair Bolsonaro perderá a eleição de 2022 e que o povo brasileiro fará com que o País supere o momento de crise econômica, social e política.

“Estou certo que o povo brasileiro se encarregará de acabar com esta era de incertezas para restaurar a plenitude democrática”, afirmou o petista que estampa a capa do periódico. “Bolsonaro vai perder”.

Estou convencido da capacidade de nossas instituições. O Bolsonaro perderá e deixará o poder, como deve ser. Então, sem dúvida, ele terá que responder aos tribunais por seus atos arbitrários”, acrescentou.

De acordo com Lula, Bolsonaro não apresenta condições para dar um golpe, pois não tem capacidade política e psicológica.

Na conversa, o petista disse ainda que o atual presidente jogou a política externa brasileira “no lixo”. “Tendo olhos apenas para Trump, ele falou mal da China, Rússia, Argentina, Bolívia, Chile … Ele até ofendeu pessoalmente Brigitte Macron [primeira-dama francesa]”, afirmou.

 

 

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Caminhoneiros dizem que param caso Bolsonaro não atenda demandas

Categoria defende nova política para combustíveis e quer que governo cumpra frete mínimo

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Após uma série de tentativas de paralisação neste ano, caminhoneiros junto à frente parlamentar da categoria determinaram na noite deste sábado (16) que iniciam uma paralisação no dia 1º de novembro caso o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não atenda as demandas do setor.

Os motoristas exigem cumprimento do frete mínimo e nova política de preços para os combustíveis, que nunca estiveram tão caros no Brasil.

A definição ocorreu após uma assembleia de motoristas organizada por três entidades representativas no Rio de Janeiro, incluindo participantes que lideraram a greve de 2018.

 

A interlocução com o governo será feira por meio da Frente Parlamentar do Caminhoneiro Autônomo e Celetista, presidida pelo deputado federal Nereu Crispim (PSL-RS).

“Nós, caminhoneiros autônomos do Brasil, estamos em estado de greve”, afirmou Crispim em vídeo que já circula em grupos de motoristas. “Significa dizer ao governo Bolsonaro que o prazo de três anos que ele teve para desenvolver, desencadear, melhorar a vida do transportador autônomo não foi cumprido.”

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A categoria pede que o governo atenda suas reivindicações, que incluem melhores condições de trabalho, em 15 dias para não iniciar uma paralisação.

Crispim protocolou um requerimento para abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a alta dos preços dos combustíveis pela Petrobras. O pedido foi feito no dia em que a estatal aumentou em 8,9% o preço do diesel, em setembro. Em 2021, a empresa já elevou a gasolina em 51%. Diesel e gás de cozinha subiram 38% no ano.

 

Wallace Landim, o Chorão, um dos líderes da greve de 2018 e que hoje está à frente da Abrava, afirmou nesta semana à coluna Painel que situação atual é pior que a do ano da paralisação nacional.

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