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‘Vergonha’, ‘decepção’ e ‘covardia’: base bolsonarista se indigna nas redes com recuo de Bolsonaro em declaração à nação

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Após as declarações de tom golpista com ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes nas manifestações de 7 de setembro, o presidente Jair Bolsonaro recuou nesta quinta-feira com uma “declaração à nação” e não agradou sua base de apoiadores nas redes sociais. Em nota, o chefe do Executivo disse que nunca teve “a intenção de agredir quaisquer Poderes”, e que suas “palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.”

No Twitter, a reação de aliados do presidente foi imediata e termos como “covarde”, “Bolsonaro arregou” e a #BolsonaroAcabou rapidamente foram alçados à lista de assuntos mais comentados da rede social. Em uma mensagem publicada na plataforma, um aliado do presidente afirma que brigou com toda família, foi em manifestações e agora está “decepcionado”.

Outro seguidor contou que se deslocou até Brasília para participar dos atos com pautas antidemocráticas, e se disse surpreso com o posicionamento de Bolsonaro. “Não se cale ao STF, meu presidente!”, pediu o apoiador.

Um dos seguidores de Jair Bolsonaro pontuou que o presidente “deixou de ser confiável” quando se aliou ao Centrão. Na mensagem, o apoiador afirma que “por sua culpa (Bolsonaro), a esquerda acaba de renascer, e está mais forte do nunca”. Outro apoiador destacou o fato de a nota ter sido redigida pelo ex-presidente Michel Temer e declarou: “o sistema venceu”.

Imagens que circulam nas redes sociais também mostram apoiadores do presidente revoltados em grupos privados de mensagem. Alguns dos integrantes do grupo corroboraram a ideia de que “a esquerda vai voltar com força”, outro afirmou que o governo chinês “está por trás de tudo isso”. Veja as reações:

 

Reação de apoiadores em grupos bolsonaristas

 

 

 

Reação de apoiadores em grupos bolsonaristas

 

 

 

Reação de apoiadores em grupos bolsonaristasApós as declarações de tom golpista com ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes nas manifestações de 7 de setembro, o presidente Jair Bolsonaro recuou nesta quinta-feira com uma “declaração à nação” e não agradou sua base de apoiadores nas redes sociais. Em nota, o chefe do Executivo disse que nunca teve “a intenção de agredir quaisquer Poderes”, e que suas “palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.”

No Twitter, a reação de aliados do presidente foi imediata e termos como “covarde”, “Bolsonaro arregou” e a #BolsonaroAcabou rapidamente foram alçados à lista de assuntos mais comentados da rede social. Em uma mensagem publicada na plataforma, um aliado do presidente afirma que brigou com toda família, foi em manifestações e agora está “decepcionado”.

Outro seguidor contou que se deslocou até Brasília para participar dos atos com pautas antidemocráticas, e se disse surpreso com o posicionamento de Bolsonaro. “Não se cale ao STF, meu presidente!”, pediu o apoiador.

Um dos seguidores de Jair Bolsonaro pontuou que o presidente “deixou de ser confiável” quando se aliou ao Centrão. Na mensagem, o apoiador afirma que “por sua culpa (Bolsonaro), a esquerda acaba de renascer, e está mais forte do nunca”. Outro apoiador destacou o fato de a nota ter sido redigida pelo ex-presidente Michel Temer e declarou: “o sistema venceu”.

Imagens que circulam nas redes sociais também mostram apoiadores do presidente revoltados em grupos privados de mensagem. Alguns dos integrantes do grupo corroboraram a ideia de que “a esquerda vai voltar com força”, outro afirmou que o governo chinês “está por trás de tudo isso”. Veja as reações:

 

Reação de apoiadores em grupos bolsonaristas

 

 

 

Reação de apoiadores em grupos bolsonaristas

 

 

 

Reação de apoiadores em grupos bolsonaristas
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Datafolha: reprovação ao governo Bolsonaro atinge 53%, pior índice do mandato; aprovação é de 22%

A pesquisa ouviu 3.667 pessoas dos dias 13 a 15 de setembro.

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Levantamento do Instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira (16) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” informa que a reprovação ao governo Bolsonaro oscilou 2 pontos percentuais em relação ao levantamento feito em julho: 53% consideram o governo ruim ou péssimo, o pior índice do mandato; na última pesquisa, eram 51%.

Veja os resultados da pesquisa:

 

  • Ótimo/bom: 22% (eram 24% no levantamento anterior)
  • Regular: 24% (eram 24%)
  • Ruim/péssimo: 53% (eram 51%)
  • Não sabe: 1% (era 1%)

 

A pesquisa ouviu 3.667 pessoas com mais de 16 anos dos dias 13 a 15 de setembro em 190 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Esse é o primeiro levantamento da popularidade do presidente feito depois dos atos com pauta antidemocrática de 7 de setembro.

O recorde de rejeição acontece em meio à alta da inflação, com gasolina, gás e alimentos mais caros. O desemprego também permanece em patamar elevado, atingindo 14,4 milhões de pessoas.

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Rejeição cresce na classe média e entre evangélicos

 

Segundo o Datafolha, se na média da população o avanço da reprovação a Bolsonaro foi de dois pontos percentuais, em alguns segmentos essa alta foi mais intensa.

“Foi o que aconteceu entre os mais velhos (de 45% para 51%), na parcela de menos escolarizados (de 49% para 55%), no grupo com renda familiar de 5 a 10 salários (de 41% para 50%) e no conjunto das regiões Norte e Centro-Oeste (de 41% para 48%). Houve recuo, por outro lado, na reprovação entre os mais ricos, com renda superior a 10 salários (de 58% para 46%).”

A rejeição também oscilou para cima entre os que ganham até 2 salários mínimos (54% para 56%). E também entre os que recebem de 2 a 5 mínimos (47% para 51%).

Entre os evangélicos, a diferença entre a taxa de aprovação e reprovação, que estava negativa em seis pontos em julho (34% a 37%), saltou para 12 pontos em setembro (29% a 41%). A reprovação de Bolsonaro entre os evangélicos aumentou 11 pontos percentuais entre janeiro e setembro (de 30% para 41%).

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De acordo com o instituto, os empresários se mantêm como o único segmento em que Bolsonaro tem aprovação (47%) numericamente superior à reprovação (34%).

Bolsonaro é mais rejeitado por quem tem ensino superior (85%), estudantes (73%), quem prefere o PSOL (63%), homossexuais/bissexuais (61%), quem tem de 16 a 24 anos (59%) e pretos (59%).

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