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MT tem 22 municípios com risco alto de contaminação por Covid-19

No Vale do Araguaia as cidades de Barra do Garças, Novo São Joaquim, Água Boa, Confresa e Vila Rica estão na lista

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou, nesta terça-feira (8), que 22 municípios registram classificação de risco alto para o coronavírus. São eles: Água Boa, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Jangada, Juína, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Novo São Joaquim, Rondonópolis, Santo Afonso, Santo Antônio do Leste, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra e Vila Rica.

Outras 119 cidades estão classificadas na categoria moderada para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco muito alto ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

 

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

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Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.
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Marcelo Aquino se reúne com lideranças indígenas para discutir projeto em aldeias

Prefeito de General Carneiro definiu detalhes do projeto de roça mecanizada nas aldeias do município nesta sexta-feira (11).

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O prefeito de General Carneiro, Marcelo Aquino (PL), se reuniu com lideranças indígenas da Terra Indígena Sangradouro, nesta sexta-feira (11), para discutir e definir detalhes sobre o projeto de roça mecanizada nas aldeias.

O projeto de subsistência alimentar em aldeias que consiste no plantio e colheita de arroz, feijão e milho foi apresentado a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) ainda no início de maio durante uma viagem de Aquino à Brasília. Serão 60 hectares para o povo Xavante, em Sangradouro, e 50 hectares para os Bororo, na aldeia Meruri. Todos os alimentos produzidos serão devolvidos às aldeias, sem fins lucrativos.

Além do termo de cooperação com a FUNAI, na próxima semana durante uma audiência será feita uma parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB) para a definição do cronograma e execução financeira do projeto.

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi convidada pelo gestor para ser a madrinha do projeto devido ao trabalho de assistência social que ela tem realizado voltado as comunidades indígenas do estado.

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A expectativa é iniciar o plantio em novembro deste ano.

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