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Mato Grosso já recolheu R$ 15,5 bi em tributos em cinco meses

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A alta carga tributária no Brasil obriga a população a passar, em média, cinco meses do ano trabalhando somente para pagar tributos. Todo esse tempo arrecadando dinheiro pelos governos federal, estadual e municipais já somam mais de R$ 1 trilhão.

E para se ter uma ideia do quanto essa arrecadação retorna aos brasileiros por meio de benefícios, a notícia não é positiva. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) envolvendo 30 países de mais elevada carga tributária, o Brasil possui o pior retorno dos valores arrecadados.

Mato Grosso, apesar de representar apenas 1,25% do total arrecado no país, atinge a marca de R$ 15,5 bi em impostos, taxas, contribuições e multas arrecadados nesta sexta-feira (28).

O telão da Fecomércio-MT, localizado em frente à entidade, divulga o Impostômetro para informar à população sobre a alta carga tributária no país e, principalmente, o impacto na renda das famílias. 

Neste ano, a data definida para o Dia livre de Impostos foi o dia 27 de maio (quinta-feira), que visa mostrar à sociedade o quanto é pago de impostos sobre produtos e serviços.

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AL aprova isenção de desconto para aposentados com doenças graves

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Por 6 votos a 5, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em conjunto do Conselho do MT Prev, aprovou a isenção para aposentados com doenças graves, até o valor de dois tetos do INSS, na terça-feira (1º).

O projeto discutia a isenção de taxação sobre R$ 3,3 mil para quem ganha salário de até R$ 9 mil. Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) comemorou a aprovação. No entanto, cobrou que o MT Prev siga as orientações que foram aprovadas em plenário.

“Espero sinceramente que o MT Prev reconheça a decisão que o conselho tomou, que é simples: o direito dos aposentados com doença incapacitante continua valendo, dois tetos do INSS de isenção de contribuição previdenciária”, afirmou.

Diversos aposentados com doenças incapacitantes denunciaram que o MT Prev está descontando 14% sobre toda a remuneração que ultrapassa um salário mínimo. A medida do governo contraria o artigo 2º da Lei Complementar 202, que prevê que o desconto de aposentados e pensionistas com doenças graves é de 11% sobre a parcela da remuneração que ultrapassar o dobro do teto do INSS.

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O gestor governamental, Umbelino Carneiro Neves, defendeu que a isenção não traz ônus para os cofres públicos. Pelo contrário, os aposentados que fazem parte do benefício têm altos gastos com medicamentos e tratamentos, que muitas vezes não dão conta de serem arcados pelo pagamento.

Entre os inativos com direito a isenção estão pessoas com câncer, HIV, hanseníase, esclerose múltipla, doença de Parkinson, entre outras.

“O impacto dessa lei falava que o teto era de R$ 20 milhões e como estendemos até o dobro do teto, esse valor subiu para R$ 25 milhões e beneficia esses aposentados que tem grande despesa, como quimioterapia, e dependendo da doença, não conseguem mais isenções”, conta.

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