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PAÍS DESGOVERNADO- Gás de cozinha é vendido por R$ 140 reais em cidades de MT

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Comercializado por até R$ 140, o botijão de gás de cozinha de Mato Grosso é o mais caro do Brasil. A tabela de preços do produto foi divulgada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e diz respeito aos valores praticados na última semana.

Conforme a ANP, 95 postos de venda de Mato Grosso foram pesquisados para o levantamento. Os comércios estão distribuídos pelas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Sorriso, Sinop, Alta Floresta, Cáceres e Rondonópolis.

Sorriso foi o município que registrou o preço mais elevado do produto, onde o gás chega a ser comercializado por R$ 140. Na cidade, considerando os 8 postos de venda consultados, o preço mínimo do insumo é de R$ 130.

Capital do estado, Cuiabá teve 45 postos pesquisados. O resultado apontou que na cidade o preço médio do produto é de R$ 120,98.

No município, o gás mais barato é vendido no Porto, por R$ 110, enquanto o mais caro é comercializado nos bairros Morada do Ouro e Tancredo Neves, por R$ 130.

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Após Sorriso, as cidades com o gás mais em Mato Grosso são Alta Floresta, Rondonópolis e Sinop, todas têm o produto por até R$ 135.

As outras cidades, que incluem Cuiabá, Cáceres e Várzea Grande, praticam preços de venda que variam entre R$ 115 e R$ 130.

Valor alto não é recente

Em julho deste ano, balanço semelhante divulgado pela ANP apontou que o preço do gás em Mato Grosso à época também era o mais caro do país. No período, o valor máximo do produto era de R$ 130.

Com 13kg, o botijão de gás GLP mais caro do Brasil naquela época era comercializado nas cidades de Sorriso e Alta Floresta.

A divulgação sobre a alta taxa praticada no estado chegou a entrar em discussão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

À época, o deputado Gilberto Cattani (PSL) requereu a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar os valores, mas o pedido de abertura da investigação não recebeu apoio suficiente e o projeto não decolou.

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AL aprova redução de ICMS sobre energia, combustível e telefonia

Medida proposta pelo Governo do Estado passará a valer a partir de janeiro do ano que vem

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A Assembleia Legislativa aprovou, em segunda votação, o projeto de lei que reduz a alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia elétrica, telefonia, gás industrial e combustíveis.

O “pacotão” do ICMS, como se tornou conhecido, foi anunciado pelo governador Mauro Mendes (DEM) em setembro deste ano e, após ser sancionado, será válido a partir de janeiro de 2022.

Na conta de luz, que é uma das maiores demandas da população, o ICMS cobrado vai cair de 27% para 17%.

No setor de comunicação, a tarifa cobrada também será de 17%. Até então, o valor do ICMS sobre a telefonia fixa é de 25% e sobre celular e internet, 30%.

 

Estamos abrindo mão de arrecadar R$ 1,2 bilhão por ano para que esse dinheiro continue no bolso do cidadão

Sobre os combustíveis, o Estado passará a ter a menor alíquota de ICMS sobre a gasolina, que passará de 25% para 23%.

O diesel e o gás industrial também terão redução. Hoje, a cobrança é de 17% e passará a ser de 16% para o diesel e de 12% para o gás.

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Conforme os cálculos do Governo, o impacto redutor no ICMS será de 10%, no caso da gasolina (- R$ 0,16 litro), e de 7% no caso do diesel (- R$ 0,06 litro).

A aprovação foi celebrada pelo governador, que agradeceu os parlamentares e lembrou que o Estado deixará de arrecadar, a partir de janeiro, R$ 1,2 bilhão por ano.

“Estamos abrindo mão de arrecadar R$ 1,2 bilhão por ano para que esse dinheiro continue no bolso do cidadão. Se o Estado está melhor, é questão de justiça reduzir a conta para a população”, afirmou Mendes.carr

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