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Prefeito Dr. Adilson e Prof. Sivirino se reúnem com secretário de Educação Alan Porto para definir parcerias com o governo de estado

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Visando melhorias na rede municipal de ensino, o prefeito de Barra do Garças, Dr. Adilson Gonçalves e o vice prefeito e secretário de Educação, Prof. Sivirino Souza receberam o secretário de estado de Educação, Alan Porto, nesta sexta-feira (17/09), para tratar de parceria entre estado e município em prol da educação.

O secretário se reuniu com o prefeito, o secretário municipal de Educação, vereadores, o presidente do Conselho Municipal de Educação, José Américo e o coordenador da diretoria regional de ensino, Ernandes Araújo e toda comunidade escolar para discutir o novo redimensionamento escolar que irá agregar as séries do 1º ao 5º ano ao município.

Alan Porto, também participou do evento que oficializou o programa Alfabetiza Mais Muxirum que visa erradicar o analfabetismo no estado, voltado para alfabetização de pessoas acima de 15 anos. De acordo com o secretário, em Mato Grosso existem mais de 200 mil pessoas nesta faixa etária que não conseguem ler ou escrever, a meta do governo é zerar esse índice em até 5 anos.

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Durante o evento o secretário também realizou a entrega de mais de 4 mil apostilas didáticas para alunos do ensino fundamental de Barra do Garças, o material foi doado pelo governo do estado ao município.

O prefeito Dr. Adilson e o vice-prefeito Prof. Sivirino, agradeceram a parceria e apoio do governo do estado para melhorar o ensino municipal, esse apoio visa melhorar os índices e a qualidade da educação no município.

“O governo tem nos dado todo apoio, nosso objetivo é pegar os modelos de ensino que deram certo e implantar na nossa cidade, para que possamos ser referência no estado e no país, com educação de qualidade, acessível e inclusiva para todos”, ressaltou o Prof. Sivirino.

O prefeito também reforçou a importância dessas parcerias para beneficiar todo o município e agradeceu o apoio do governo do estado para construção de um novo modelo de ensino, sempre prezando pela qualidade e valorização dos professores.

“Com educação de qualidade nós conseguimos garantir um futuro melhor para nossos jovens, nossa gestão não vai deixar nenhuma criança e nenhum adolescente desamparado, queremos ofertar um ensino de qualidade para todos e garantir que nossos jovens se qualifiquem e estejam aptos para o mercado de trabalho”, afirmou Dr. Adilson

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Em julho, o secretário Alan Porto assinou o termo de cedência da escola Dom José Selva, o prédio será reconstruído e abrigará 300 alunos da educação infantil e educação básica. O antigo Colégio Dom Bosco também foi cedido ao município e será transformado na nova sede administrativa da Secretaria Municipal de Educação e uma nova escola modelo para educação infantil.

A gestão municipal tem procurado parcerias para melhorar a Educação no município, com o apoio do governo do estado diversas ações serão desenvolvidas para beneficiar professores, pais, alunos e toda a comunidade.

Também estavam presentes o presidente da Câmara, vereador Pedro Filho, os vereadores, Zé Gota, Dr. Neto, Carpegiane Gonzaga, Secreta Bike e professora Silvania.

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Justiça nega retorno a cursinho de aluna expulsa após chamar professor de ‘pamonha’, em Goiânia

Além disso, o magistrado condenou a estudante por litigância de má-fé com pagamento de multa de cinco salários-mínimos ao curso preparatório. Aluna alegou no processo que não quis ofender o educador.

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A Justiça negou a uma aluna o direito de voltar a estudar em um cursinho preparatório para o Enem após ela ser expulsa por chamar o professor de biologia de “pamonha” durante a aula, em Goiânia. Além disso, o magistrado a condenou por litigância de má-fé com pagamento de multa de cinco salários-mínimos ao curso preparatório.

g1 não localizou a defesa da aluna, nesta quarta-feira (20), para saber se vai recorrer da sentença. De acordo com os autos, ainda não houve recurso apresentado.

A jovem entrou com processo na Justiça para reingressar às aulas e pediu reparação por dano morais, mas teve o pedido negado.

A decisão do juiz Danilo Luiz Meireles dos Santos relata que a aluna se dirigiu ao professor com palavras de cunho ofensivo, sendo retirada de aula e logo após foi desligada do cursinho.

Segundo o magistrado, a estudante foi expulsa do cursinho em razão de indisciplina. A jovem admitiu no processo que usou termos desrespeitosos contra o professor, na sala de aula, com o seguinte comentário: “pulou uma questão, pamonha”.

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Tribunal de Justiça de Goiás — Foto: Tribunal de Justiça de Goiás/Divulgação

Tribunal de Justiça de Goiás — Foto: Tribunal de Justiça de Goiás/Divulgação

A estudante alegou no processo que não teve intenção de ofender o professor, já que em “seu contexto familiar, a expressão ‘pamonha’ não se traduz em um xingamento, visto que utilizado de forma corriqueira”.

O magistrado, porém, advertiu que a expressão não pode ser entendida como uma palavra elogiosa. “Pois, de acordo com o dicionário brasileiro, seu significado corresponde a uma pessoa mole, pouco esperto, pouco inteligente e preguiçoso”, afirmou o juiz.

O processo ainda relata que “o professor é autoridade dentro do espaço da sala de aula, e deve ser tratado com decoro e respeito, de sorte que deve o aluno abster-se da prática de atos que representem ofensa ou desrespeito a esse profissional”.

O juiz enfatizou que o cursinho acertou na decisão de desligar a aluna, já que o contrato permite o desligamento em caso de indisciplina do aluno.

A decisão foi proferida em 4 de outubro, mas divulgada pelo Tribunal de Justiça de Goiás na sexta-feira passada (15).

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