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501 mulheres estão cadastradas como “sugar babies” em Cuiabá

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Uma vida de luxo com viagens, restaurantes chiques e presentes caros é o que 501 mulheres de Cuiabá buscam receber de um “sugar daddy”, pelo site Meu Patrocínio, um dos principais do país.

 

Os “daddies” são definidos como homens "experientes, confiantes, prósperos e que gostam de compartilhar suas riquezas" com a “sugar baby”.

 

O portal diz que uma sugar baby é uma mulher "jovem que deseja viver momentos maravilhosos de conforto e luxo, além de crescer pessoal e intelectualmente, mas sem se preocupar com as contas".

 

Somente em Cuiabá, em um raio de 40 quilômetros a partir do centro, existem 501 mulheres, entre 18 e 65 anos, em busca deste tipo de relacionamento. No Brasil, são mais de 811 mil babies inscritas na plataforma.

Em contrapartida, existem apenas 122,5 mil homens cadastrados em todo o país em busca de uma mulher para proporcionar uma vida luxuosa.

 

A renda média mensal desses daddies é de R$ 127 mil, enquanto a média de patrimônio pessoal declarado é de R$ 10,5 milhões.

 

Segundo o próprio site de relacionamento, o portal é uma plataforma que pretende facilitar a conexão entre homens bem sucedidos financeiramente e mulheres jovens e ambiciosas.

 

Jovens, estudantes e morenas

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Maioria das babies em Cuiabá tem entre 18 e 23 anos

Conforme a análise realizada a partir dos dados fornecidos pelo MidiaNews, o perfil médio da cuiabana em busca de um sugar daddy é entre 18 e 23 anos, fazendo graduação e de cabelos escuros.

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Somente em Cuiabá, existem 283 babies entre 18 e 23 anos, que representa a maior fatia. Entre 24 e 30 anos há 179 mulheres cadastradas no Meu Patrocínio. O restante está na faixa de 31 anos para cima.

 

A maior parte das mulheres, 376, possuem cabelos castanhos ou pretos. Somente 90 babies cuiabanas são loiras e 23 mulheres têm as madeixas avermelhadas.

 

A escolaridade é outro ponto analisado pela reportagem. Do total de mulheres em Cuiabá cadastradas no Meu Patrocínio, 227 estão cursando o ensino superior. A segunda maior taxa são de babies com apenas segundo grau completo, representando 92 mulheres. Apenas 55 já possuem uma graduação.

 

Como funciona

 

Apesar de ter sido popularizado nos últimos anos, o “sugar dating” não é novo. Os termos sugar daddy e sugar baby surgiram em 1908, nos Estados Unidos, a partir de um relacionamento entre um proprietário de uma fábrica de açúcar e um jovem 24 anos mais nova.

 

Vale destacar ainda que o Meu Patrocínio critérios rígidos para aprovação dos usuários. O site pede que o cadastro seja o mais completo possível, principalmente com fotos.

 

Depois de feito o perfil, a equipe irá analisar e, se estiver de acordo com os termos e valores, o usuário será colocado em uma lista de espera.

 

A fila é para evitar que a plataforma “vire uma bagunça” e seja usada para trocar sexo por dinheiro.

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A aprovação leva, no mínimo, 24 horas, mas o site diz que há muita procura e, por isso, pode demorar pelo tempo que for necessário para manter a rede equilibrada.

 

Os recursos de segurança também são atualizados constantemente para manter um ambiente protegido contra pessoas com objetivos não condizentes com a relação sugar.

 

Sugar na TV

 

Na novela global “A Dona do Pedaço”, a personagem da atriz Carol Garcia, a Sabrina, evoluiu de prostituta para sugar baby. Ela mantém um relacionamento sugar com Otávio, interpretado por José de Abreu, onde é chamada de “sugar lady”.

 

Na trama de Walcyr Carrasco, Sabrina é mimada com presentes caros e jantares em restaurantes luxuosos. Em troca, a jovem promete um relacionamento exclusivo com o empresário.

 

No entanto, o erro está no fato da personagem ser uma garota de programa, reforçando a polêmica e os estereótipos que rondam este tipo de relacionamento.

 

O Meu Patrocínio garante que as babies buscam um provedor que lhes ofereça estabilidade emocional e financeira e, muitas vezes, sem envolver sexo.

 

Ainda conforme a plataforma, os relacionamentos sugar são pautados por acordos pré-estabelecidos de forma transparente e que beneficie ambas as partes, sem riscos de frustrações. Alguns consentem em apenas uma amizade, outros aprovam um namoro e até mesmo uma relação sem compromisso.

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Na Justiça, esposa flagrada pede que ex-morador de rua pare de falar dela: “Não vou mais me calar”

Sandra Fernandes disse em entrevista que não traiu o marido, teve um surto psicótico

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Sandra Mara Fernandes, a mulher flagrada fazendo sexo com o morador de rua Givaldo Alves em Planaltina, deu sua primeira entrevista nesta quinta-feira ao SBT Brasília e disse que entrou na Justiça para impedir que o ex-mendigo pare de falar dela.

Ele me expôs e eu não aceito mais que ele abra a boca pra falar de mim, eu não aceito que ele acabe com a minha moral e eu tenho o direito de ser preservada. Eu não vou mais me calar”, disse.

Ela voltou a dizer que foi diagnosticada com transtorno afetivo bipolar e que no dia teve um surto psicótico e pensou que o mendigo fosse seu marido, o personal trainer Eduardo Alves. “Eu não trai o meu marido, eu não escolhi passar por um surto”, afirmou.

Sandra aproveitou para também tomar a defesa do marido, que acabou exposto nas redes sociais. Não acreditei que taxaram meu marido como corno nessa situação, que não entenderam o lado dele e por que ele me defendeu tanto, que seria mais fácil pra ele me abandonar. Que mundo é esse que a gente vive em que abandonar a esposa doente, comprovadamente, é mais fácil? Por que não aceitam que foi uma doença?, disse.

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Por fim, Sandra disse que o dias que passou internada na ala psiquiátrica foram os piores dias de sua vida, “Eu não queria ver o que estavam falando sobre mim. Doeu muito, eu perdi noites de sono, mesmo tomando remédio. Antes de a Sandra ser aquela mulher que teve relação com o morador de rua, eu sou mãe, eu sou esposa, eu sou um ser humano que merece respeito.”

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