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Na Justiça, esposa flagrada pede que ex-morador de rua pare de falar dela: “Não vou mais me calar”

Sandra Fernandes disse em entrevista que não traiu o marido, teve um surto psicótico

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Sandra Mara Fernandes, a mulher flagrada fazendo sexo com o morador de rua Givaldo Alves em Planaltina, deu sua primeira entrevista nesta quinta-feira ao SBT Brasília e disse que entrou na Justiça para impedir que o ex-mendigo pare de falar dela.

Ele me expôs e eu não aceito mais que ele abra a boca pra falar de mim, eu não aceito que ele acabe com a minha moral e eu tenho o direito de ser preservada. Eu não vou mais me calar”, disse.

Ela voltou a dizer que foi diagnosticada com transtorno afetivo bipolar e que no dia teve um surto psicótico e pensou que o mendigo fosse seu marido, o personal trainer Eduardo Alves. “Eu não trai o meu marido, eu não escolhi passar por um surto”, afirmou.

Sandra aproveitou para também tomar a defesa do marido, que acabou exposto nas redes sociais. Não acreditei que taxaram meu marido como corno nessa situação, que não entenderam o lado dele e por que ele me defendeu tanto, que seria mais fácil pra ele me abandonar. Que mundo é esse que a gente vive em que abandonar a esposa doente, comprovadamente, é mais fácil? Por que não aceitam que foi uma doença?, disse.

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Por fim, Sandra disse que o dias que passou internada na ala psiquiátrica foram os piores dias de sua vida, “Eu não queria ver o que estavam falando sobre mim. Doeu muito, eu perdi noites de sono, mesmo tomando remédio. Antes de a Sandra ser aquela mulher que teve relação com o morador de rua, eu sou mãe, eu sou esposa, eu sou um ser humano que merece respeito.”

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De Confresa, banda indígena de forró é destaque do Profissão Repórter na Globo

A ‘Banda de Forró Garotos Apyãwa’ partiu da aldeia em Confresa, em Mato Grosso, com destino a Palhoça, em Santa Catarina

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O Profissão Repórter da terça-feira (5) mostrou como está sendo a volta dos shows pelo Brasil acompanhando bandas e fãs de música.

A repórter Milena Rocha e a repórter cinematográfica Gabi Vilaça acompanharam a viagem da banda de forró “Garotos do Apyãwa”. Os indígenas viajaram 2.500 quilômetros para as primeiras apresentações desde o início da pandemia. Eles partiram da aldeia em Confresa (Mato Grosso) e foram até Palhoça, em Santa Catarina.

Da janela do ônibus, eles observaram a paisagem mudar ao atravessar quatro estados: Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

“Nós queremos mostrar um pouco da nossa cultura. Muitos não-indígenas não conhecem a nossa realidade”, conta Waraxowo’ Maurício Tapirapé, produtor da banda.

Desde 2018, o grupo concilia a música com outras atividades profissionais na aldeia. Na banda de forró há professores, mestrandos, agricultores e técnico de enfermagem. Eles usam a internet para divulgar as músicas, fazer lives e também para rebater as críticas de que o forró é uma música não indígena.

Os membros da banda conheceram o mar pela primeira vez durante a viagem, mas não quiseram nadar. “Tenho respeito com lugares assim, que a gente vem conhecer pela primeira vez, porque a gente não sabe o que tem aqui. Tanto fisicamente quanto espiritualmente, a gente não tem um pajé próximo”, explica Maurício.

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O grupo se apresentou na confraternização do povo Guarani, que reuniu indígenas de diversos estados.

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