Entretenimento

O pedido de casamento do senador mais bem avaliado do país (vídeo)

Ao som de Ivete Sangalo, Randolfe Rodrigues traz oxigênio para pesada Brasília dos últimos tempos

Publicados

Entretenimento

Mais bem avaliado senador brasileiro em atividade segundo votação popular do tradicional Prêmio Congresso em Foco, Randolfe Rodrigues não só foi ordenado cavaleiro ao receber a comenda Légion d’Honneur, a maior distinção francesa, mas surpreendeu na recepção que deu a amigos próximos ao pedir a advogada Priscila Barbosa em casamento.

Tudo aconteceu nesta segunda-feira, 6.

Veja o Vídeo no link Abaixo:

https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Video-2021-12-07-at-16.22.00.mp4?_=2

Se eu tivesse o talento do saudoso Jorge Bastos Moreno, saberia descrever com maestria a singela cena do pedido de casamento. Simples como é o senador amapaense, Randolfe pediu para um assessor tocar no piano a música “Vem meu amor”, de Ivete Sangalo.

E foi cantando justamente esta parte: “Vem meu amor, me tirar da solidão”, que o senador surpreendeu Priscila Barbosa – e boa parte dos convidados – puxando ela para perto e entregando uma bela aliança de casamento. Priscila, surpresa, aceitou.

E os convidados – entre eles, a atriz Elizabeth Savalla e a empresária Paula Lavigne –  se deixaram  contagiar pela felicidade do futuro casal. Aliás, que companhias agradáveis, as duas. Claramente, um dos Brasis que deu certo.

Leia Também:  Aviões sem janelas darão visão panorâmica do céu aos passageiros

Mas, voltando ao pedido de casamento… Não houve ensaio, e o assessor de Randolfe que rascunhou no piano só sabia tocar esta única música. Aparentemente, comprou o instrumento há 10 dias numa promoção, mas não se intimidou diante da plateia mais que qualificada.

Os pais do noivo e os da noiva abençoaram o casal na frente de todos, enquanto o mestre e incansável jornalista Gerson Camarotti chegava para trabalhar mais um pouco. Aparece no ar o dia inteiro, na Globo, e está sempre no lugar certo.

O pedido de casamento chama atenção política e é notícia por dois motivos. Primeiro, não é comum esse tipo de simplicidade na política de Brasília. Os pedidos de casamento de parlamentares costumam ser pomposos e cheios de ensaio para “inglês” e a nata política verem.

 

Não foi o caso deste momento de Randolfe e Priscila.

 

Depois, não é qualquer dia que se ganha a maior honraria da França, e uma das condecorações mais famosas do mundo, mas mantém-se a simplicidade.

Como a coluna mostrou, o político dedicou a honraria, instituída por Napoleão Bonaparte em 1802, aos povos originários e às vítimas da Covid-19. Procurou as dores do nosso tempo para entregar, de coração aberto, a homenagem recebida do presidente Emmanuel Macron.

Leia Também:  Imprensa internacional ridiculariza desfile de tanques de Bolsonaro: “República de Banana”

Nas rodas de conversa da recepção por conta honraria, se falava que, após a bem sucedida participação do senador na CPI da Covid-19, uma candidatura presidencial seria perfeita. O ideal.

Em uma campanha que promete ser sanguinária, e ainda mais polarizada que em 2018, a participação de um político comprometido com o meio ambiente e os povos indígenas, pauta esquecida pelos outros pré-candidatos, seria excelente para o país.

Isso sem contar o oxigênio e a leveza que o mais novo noivo de Brasília traria para o pleito. Basta a Rede, partido do senador, querer de fato participar do debate político brasileiro.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Entretenimento

“Aposentado”, Elias Neto agora mira publicidade e internet

Jornalista deixou a Centro América no final de 2021; ele diz querer investir nas novas mídias

Publicados

em

Companhia diária dos mato-grossenses que sentavam para assistir ao telejornal da TV Centro América, o jornalista Elias Neto deixou a bancada que por 37 anos fez parte de sua história e agora se prepara para seguir novos rumos na profissão.

Aos 62 anos, sendo 42 deles dedicados ao jornalismo, Elias contou em entrevista ao MidiaNews que a ideia de deixar a emissora já era algo que vinha trabalhando em sua cabeça anos antes de realmente tomar decisão definitiva.

O pensamento de trilhar novos caminhos, na verdade, veio como parte da experiência que o jornalista teve ao desenvolver o projeto “Cuiabá 300 anos”. O ano era 2019 e Elias pôde deixar a correria do jornal diário dentro da redação para se dedicar em buscar e contar as histórias das ruas.

Percebi que fora da redação nós temos uma larga margem para explorar e a minha cabeça foi trabalhando essa possibilidade de uma hora ter que me afastar completamente. Deixar a Centro América, o jornalismo diário e tentar novos voos.

Antes mesmo de sair da Centro América ele já havia feito um trabalho publicitário e confirma que pretende seguir com atividades nessa área. O apresentador também confessou que tem interesse em investir nas novas mídias.

Como começou na comunicação como radialista, ele não descarta a possibilidade de criar um podcast, o formato inicialmente pensado para conteúdo de áudio, mas que hoje em dia faz sucesso no YouTube, com imagens.

Elias, que trabalhou em uma época ainda nem existia internet, disse se adaptar bem às novas ferramentas e acredita que apesar de ser algo diferente do telejornal, não foge da essência do ser jornalista.

Nada impede que eu volte para fazer um programa de rádio, estou pensando muito nas novas mídias, podcast. Devo montar algo nesse sentido, receber convidados para ter um bate-papo”, explica.

Sobre a possibilidade de voltar a apresentar telejornal, Elias afirma não faz parte de seus planos no momento, mas não descarta a possibilidade de comandar novos formatos de programas de televisão.

Leia Também:  2º Maior festival de música sertaneja do Brasil contrata a dupla Mário e Thizil

Carreira dos sonhos

Arquivo Pessoal


Durante 37 anos Elias foi âncora na TV Centro América

Elias relembra que sua paixão pela comunicação começou quando ele ainda era pequeno. Naquele tempo morava com os pais em sua cidade natal, em Cáceres.

A família mantinha religiosamente a rotina de se reunir a noite para ouvir rádio por horas a fio. Como não tinha acesso à energia em sua casa, foi pelas vozes dos locutores no rádio de pilha que o jornalista teve seu primeiro contato com os noticiários.

Ao pé do rádio, o pequeno Elias ficava atento às grandes emissoras da época, como Globo, Tupi e Bandeirantes. Segundo o apresentador, tudo era encantador para ele, desde as vinhetas dos noticiários, até o jeito e a entonação com que os locutores falavam. Assim, dentro de sua cabeça ainda infantil, o sonho de se tornar um comunicador foi se enraizando.

Apenas na adolescência, com 13 anos, que o jornalista foi ter o primeiro contato com a televisão, justamente na época que a Centro América chegou em Cáceres. Foi ali que ele percebeu que gostaria de apresentar o telejornal, e não apenas trabalhar com sua voz.

Mesmo assim, para ganhar experiência, ele pediu emprego na Rádio Difusora de Cáceres e, a partir daí, começou sua carreira na comunicação.

Eu saí da rádio já como o cara da notícia. Vim para Cuiabá, para Rádio Cultura, e nunca mais anunciei música. Passei a redigir e apresentar os boletins de hora em hora, assim como em todas as emissoras por que passei”, conta.

Em seus 42 anos de profissão, Elias acompanhou também o início e a evolução do jornalismo em Mato Grosso. Presenciou momentos históricos para o Estado, como a mudança do analógico para o digital e a criação da urna eletrônica. Também viu de perto quando a televisão começou a mudar sua linguagem.

Ele afirma que hoje o telejornal deixou de ser algo tão sério quanto era antigamente e abriu espaço para que comunicador pudesse não só falar para o telespectador, mas sim com o telespectador. Ele concorda que a linguagem mais descontraída aproxima do público, mas apenas nos momentos pontuais, pois acredita que cada assunto deve ser levado com sua devida seriedade.

Geração evoluída

Leia Também:  Jovem é assassinda em Aragarças com 10 facadas pelo companheiro que está foragido

Sou da linha que nós devemos prezar pela informação, mas isso não quer dizer que você deve ser um apresentador carrancudo, isso não existe mais

Elias concluiu o curso de jornalismo no Instituto Varzeagrandense de Educação (IVE), quando já tinha treze anos de carreira. Para o apresentador, a experiência acadêmica fez com que ele entendesse mais da responsabilidade social da profissão.

Enquanto trabalhou na Centro América, Elias afirma que teve muito contato com as novas gerações. Ele conta que ao observá-los percebia que eram pessoas com suas dúvidas, seus problemas, inexperiência e com a cabeça ainda bastante acadêmicas.

Basta uma mão amiga de quem já está encaminhado para que essas pessoas cresçam. São rapazes e moças que estão muito interessados em desenvolver um bom trabalho”, afirma.

Para finalizar, ele aconselha que aqueles que sonham em ser jornalistas a sempre serem estudiosos, não só jornalisticamente, mas de todos os assuntos. E enfatiza a importância de combinar o ensino acadêmico com a experiência dos estágios.

É assim que a gente consegue ter uma boa formação profissional e capacidade para transmitir a melhor mensagem possível, para que não sejamos portas-vozes apenas das ideias dos outros”, aconselha.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

PAU E PROSA

POLICIAL

CIDADES

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA