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Aterro da Ponte do Rio Araguaia (Cocalinho) está interditado

E a MT-100 ainda está sendo recuperada depois das chuvas que também causaram estragos.

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Mesmo que não tenha chovido nos útimos dias, seguir viagem não é possível pela ponte sobre o Rio Araguaia na divisa com Goiás (MT-326 e GO-454).cocal inter 2

Acontece que as enxurradas prejudicaram o aterro de acesso à ponte do Araguaia no lado goiano.

Com isso, quem viaja pela MT-326 do Médio Araguaia para Goiânia ou para o oeste goiano, só pode prossseguir viagem acessando a MT-100, e depois passando pelo Itacaiu.

Sendo assim, a viagem aumentam em cerca de 40 quilômetros. E a MT-100 ainda está sendo recuperada depois das chuvas que também causaram estragos.

As informações são do vereador Fabio Arruda de Cocalinho. Arruda já enviou ofício à Sinfra/MT solicitando atenção especial para essa rodovia bem como seu asfaltamento.

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Promotor que investigava morte de estudante de MT é executado

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O promotor de Justiça do Paraguai, Marcelo Pecci, de 45 anos, foi assassinado a tiros nesta terça-feira (10) em uma praia na Ilha de Barú, na Colômbia.

 

Segundo informações do UOL, Pecci acompanhava as investigações da chacina que ocorreu na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, em outubro do ano passado. A cacerense Rhamye Jamilly Borges de Oliveira, de 18 anos, foi uma das pessoas mortas nesta chacina.

 

Na ocasião também morreram Osmar Vicente Álvarez Grance, de 32 anos, Kaline Reinoso de Oliveira, de 22 e Haylée Caroline Acevedo Yunis, de 21. Esta última era a filha do governador de Departamento de Amambay, Ronald Acevedo.

Já na data de ontem, o promotor estava acompanhado da esposa, a jornalista Cláudia Aguilera, com quem passava a lua de mel. Eles haviam se casado no dia 30 de abril e acabado de anunciar a gravidez.

Rhamye Jamilly Borges de Oliveira

Rhamye Jamilly Borges foi morta com 10 tiros na chacina no Paraguai

A Polícia local relatou que os criminosos chegaram em um jet ski e atiraram diversas vezes contra Pecci. Ao todo, três tiros atingiram o promotor.

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Testemunhas tentaram ajudar a vítimas, porém ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na praia, com o corpo caído na areia.

Além da chacina que matou a mato-grossense, o promotor coordenava no Ministério Público do Paraguai as investigações contra organizações criminosas, incluindo o PCC (Primeiro Comando da Capital), e crimes que envolviam tráfico de drogas, armas, terrorismo, dentre outros.

 

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