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Piloto que passou 36 dias perdido na floresta amazônica pode pegar 12 anos de prisão

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o piloto paraense Antônio Sena, mais conhecido como “Toninho Sena” por pilotar uma aeronave sem condições de voo para um garimpo ilegal no oeste do Pará, e ainda colocar bens privados e vidas em risco. Se condenado, o piloto pode pegar de 4 a 12 anos de prisão.

O piloto se tornou famoso após vários noticiários do Brasil e exterior, que contavam a façanha de ser resgatado vivo após passar 36 dias na floresta amazônica. Sena havia sofrido um acidente aéreo quando voava entre os municípios de Alenquer e Almeirim com um Cessna 210 em janeiro de 2021.

De acordo com o Info Amazônia, o MPF alega que o voo em questão estava em desacordo com as exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), pois a aeronave iria realizar um pouso em uma pista não homologada, além de estar com uma sobrecarga de 135 quilos

A denúncia também cita que um laudo pericial após o acidente mostram que a aeronave, o Cessna 210 registrado sob a matrícula PT-IRJ, possuía um “sistema elétrico inoperante e uma condição aerodinâmica degradada”.

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Sena transportava além de alimentos para os garimpeiros, óleo diesel sem a autorização da ANAC, o que somado às outras irregularidades é imputado no artigo 261, parágrafo 1º do Código Penal que diz: “visto que essa conduta, de fato, coloca em risco a incolumidade pública e a vida de número indeterminado de pessoas, na medida em que, com a inobservância das regras de segurança para o referido voo, poderia causar um sinistro maior do que aquele de fato observado à espécie”.

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Promotor que investigava morte de estudante de MT é executado

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O promotor de Justiça do Paraguai, Marcelo Pecci, de 45 anos, foi assassinado a tiros nesta terça-feira (10) em uma praia na Ilha de Barú, na Colômbia.

 

Segundo informações do UOL, Pecci acompanhava as investigações da chacina que ocorreu na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, em outubro do ano passado. A cacerense Rhamye Jamilly Borges de Oliveira, de 18 anos, foi uma das pessoas mortas nesta chacina.

 

Na ocasião também morreram Osmar Vicente Álvarez Grance, de 32 anos, Kaline Reinoso de Oliveira, de 22 e Haylée Caroline Acevedo Yunis, de 21. Esta última era a filha do governador de Departamento de Amambay, Ronald Acevedo.

Já na data de ontem, o promotor estava acompanhado da esposa, a jornalista Cláudia Aguilera, com quem passava a lua de mel. Eles haviam se casado no dia 30 de abril e acabado de anunciar a gravidez.

Rhamye Jamilly Borges de Oliveira

Rhamye Jamilly Borges foi morta com 10 tiros na chacina no Paraguai

A Polícia local relatou que os criminosos chegaram em um jet ski e atiraram diversas vezes contra Pecci. Ao todo, três tiros atingiram o promotor.

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Testemunhas tentaram ajudar a vítimas, porém ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na praia, com o corpo caído na areia.

Além da chacina que matou a mato-grossense, o promotor coordenava no Ministério Público do Paraguai as investigações contra organizações criminosas, incluindo o PCC (Primeiro Comando da Capital), e crimes que envolviam tráfico de drogas, armas, terrorismo, dentre outros.

 

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