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Prefeito de General Carneiro participa de projeto social e doa bicicleta para adolescente de 14 anos em Nova Xavantina

Doação faz parte do projeto social Corrente do Bem, coordenado pelo jornalista Ney Weliton

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O prefeito de General Carneiro (MT), Marcelo Aquino, entregou nessa segunda-feira (2), em Nova Xavantina (MT), uma bicicleta a um adolescente de 14 anos. A doação fez parte do projeto social Corrente do Bem, coordenado pelo jornalista Ney Weliton.

Desenvolvido há 29 anos, o projeto tem como objetivo auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade e neste final de ano, busca dar apoio àqueles que precisam do seu gesto de caridade.

Por meio da Irmã Rosa Ávila, moradora do bairro União, o jornalista Ney Weliton conheceu a história do jovem Micael Luan, que trabalha diariamente para ajudar a mãe no sustento de casa, que necessitava de uma bicicleta para auxiliá-lo no deslocamento ao trabalho.

Ao tomar conhecimento do drama do adolescente, o prefeito Marcelo Aquino se prontificou a fazer a doação da bicicleta. O prefeito adquiriu a bike e se deslocou os mais de 200 km de General Carneiro a  Nova Xavantina para entregar, pessoalmente, o presente ao jovem trabalhador.

“Queremos agradecer ao prefeito Marcelo Aquino pela grandeza de espírito e coração em presentar o jovem Micael Luan com algo tão útil para ele, pois, a bicicleta vai facilitar muito o seu dia a dia”, disse Ney Weliton, agradecendo também a Irmã Rosa Ávila pelo trabalho em prol da sociedade.

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Você conseguiria passar um dia sem seu celular?

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Pesquisa do Nube mapeou o quanto os jovens são dependentes dos aparelhos e trouxe resultados alarmantes

Com a transformação digital impulsionada pela pandemia, a conexão com a web tornou-se indispensável. Nesse sentido, os dispositivos passaram a ser como uma extensão das nossas mãos. Presentes em todas as atividades rotineiras, as horas imersas no virtual só aumentaram. Dessa forma, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) realizou uma pesquisa em seu site, entre os dias 27 de junho e 8 de julho, com a participação de 28.466 jovens de 15 a 29 anos, questionando: “você conseguiria ficar sem usar seu celular por quanto tempo?”. Como resultado, encontramos uma tendência alarmante.

Para 31,43%, ou 8.946 indivíduos, a ausência do aparelho só é suportável por, no máximo, um final de semana prolongado. Segundo Gabriel Siqueira, facilitador de Treinamento do Nube, existem diversas razões para essa resposta. “Muito do nosso cotidiano está vinculado ao celular, pois ele descomplicou diversas frentes e necessidades com inúmeros aplicativos gratuitos. Hoje, viver sem se tornou um grande desafio, pois a ferramenta auxilia o usuário em vários momentos, como: assinar documentos, pedidos de comida, compras de vestuário, lazer com os amigos, entre outros fatores”, afirma.

Nesse cenário, é preciso estar sempre atento, afinal, a predisposição é de uma utilização gradativamente maior. Para 27,13%, ou 7.724 dos votos, é possível aguentar até 24 horas sem mexer no smartphone. “Existem diversas estatísticas para comprovar como o brasileiro tem ficado cada vez mais tempo on-line. Se em 2021, a média era de 5 horas e 40 minutos, imagine agora”, ressalta Siqueira. Logo, é perceptível como o amanhã nos reserva uma imersão digital e a criação do Metaverso só comprova isso.

Com 10,58%, ou 3.012 das opiniões, é impossível ficar mais de seis horas sem visualizar os apps. “É importante encontrar as raízes dessa realidade e entender como historicamente o aumento da tecnologia vem influenciando a sociedade. Com esse avanço, os meios de comunicação foram ainda mais explorados. Bauman (1999) apresenta quais são as consequências e mudanças em um livro intitulado como “Modernidade Líquida”, no qual ele aponta a fragilidade sobre as relações sociais, econômicas e de produção”, indica o facilitador do Nube.

Em uma situação ainda mais preocupante, 3,16%, ou 899 dos respondentes, consideram ficar longe do telefone como uma tarefa difícil, para eles o máximo é 30 minutos. Todavia, isso pode ser uma questão muito maior. “Quando analisamos, estudos da área da saúde apontam efeitos nocivos do uso prolongado. Para quem manuseia por mais de quatro horas por dia, é possível notar sintomas como dores no pescoço, ombros e punho, tendinite, etc. A insônia também é um problema observado, pois a luz emitida prejudica a indução natural do sono ao ativar uma série de neurônios influenciadores do ciclo circadiano noturno”, explica Siqueira.

Entretanto, mediante tantos apontamentos voltados para o bem-estar, a ideia é mexer cada vez menos nos dispositivos tecnológicos e só se logar quando realmente tiver um objetivo. Conforme 27,70%, ou 7.885 dos entrevistados, passar um tempo longe é uma tarefa tranquila, pois não faz falta e eles poderiam até parar. “A aplicação moderada é o ideal. Segundo a pesquisadora brasileira, Ludmila Caroline Silva (Uni-BH), é recomendado fazer pausas de 20 a 40 minutos a cada três horas consecutivas. Crianças acima de dois anos não devem passar mais de uma hora e bebês nem podem completar essa hora”, expõe.

Essa preocupação tem diversas razões. “Quando mal empregado, o instrumento se torna altamente viciante e acaba deixando a pessoa cada vez mais dependente, podendo gerar outras consequências psicológicas, como transtornos psíquicos, ansiedade e depressão. A Nomofobia já apresenta em sua definição o medo de ficar longe do celular e isso deixa o indivíduo aflito”, destaca Siqueira. Portanto, é preciso ter cautela em todos os sentidos.

Para corroborar, o especialista traz algumas recomendações para quem quer manusear menos os dispositivos. “Como muitas ferramentas tecnológicas, é preciso saber conciliar e observar como as utilizamos, qual a frequência e necessidade. Entender os sinais de dependências e tomar atitude para não prejudicar os âmbitos da sua vida também é fundamental”, conclui.

Fonte: Gabriel Siqueira, facilitador de treinamento do Nube

Serviço: Você conseguiria passar um dia sem seu celular?

Sobre o Nube

Desde 1998 no mercado, o Nube oferece vagas de estágio e aprendizagem em todo o país. Possui mais de 14 mil empresas clientes, 21 mil instituições de ensino conveniadas no Brasil e já colocou mais de 1,1 milhão de estagiários e 34 mil aprendizes no mercado de trabalho. Também administra toda a parte legal e realiza o acompanhamento do estagiário e aprendiz por meio de relatórios de atividades.

 

Anualmente, são realizadas 25 milhões de mensagens multi canais e encaminhados 1,2 milhão de candidatos. O banco de dados conta com 6,5 milhões de jovens cadastrados e todos podem concorrer, gratuitamente, às milhares de oportunidades oferecidas mensalmente. Para facilitar a vida dos cadastrados, foi desenvolvido um aplicativo disponível na Apple Store e Play Store.

O Nube também está presente nas principais redes sociais: FacebookInstagramTwitterLinkedinVimeo YouTube. Com a TV Nube, oferece conteúdos voltados à empregabilidade, dicas de processos seletivos, currículos, formação profissional, entre outros. O cadastro é gratuito e pode ser feito no site www.nube.com.br.

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