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Passa de 100 o nº de mortos após chuvas na Europa; mais de 1,3 mil pessoas estão desaparecidas

Imensa quantidade de água tem causado inundações gigantescas, alagado cidades e derrubado casas na Alemanha e em países vizinhos. Número de vítimas pode crescer consideravelmente.

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Ao menos 117 pessoas morreram devido às chuvas que têm caído nos últimos dias na Europa e estão fazendo os rios transbordarem e levarem tudo pelo caminho.

A tragédia ocorre principalmente na Alemanha, onde 103 mortes foram confirmadas até o momento e 1,3 mil pessoas estão desaparecidas apenas em um distrito ao sul de Colônia, no oeste do país.

Mas as chuvas têm causado transtornos também na Bélgica, na Holanda, na França, na Suíça e em Luxemburgo, embora em menor intensidade. Há também 14 mortos e 4 desaparecidos na Bélgica.

O número de vítimas pode aumentar consideravelmente, com relatos de deslizamentos de terra e casas sendo arrastadas pela água ou desabando devido à força da água nesta sexta-feira (16).

Imagens áreas divulgadas pelas autoridades do distrito de Colônia mostram uma cratera formada por um deslizamento de terra imenso causado pelo excesso de água, que arrastou lama e destroços (veja na imagem acima).

 

O que se sabe até o momento:

  • 113 mortos na Alemanha
  • 14 mortos e 4 desaparecidos na Bélgica
  • As regiões mais afetadas na Alemanha são os estados da Renânia do Norte-Vestfália e Renânia-Palatinado
  • 1,3 mil pessoas desaparecidas no distrito de Ahrweiler, na Renânia do Norte-Vestfália, a cerca de 40 km ao sul da cidade de Colônia
  • 114 mil casas estão sem energia nos 2 estados, segundo a maior empresa de distribuição do país
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Caravana da alegria em Dubai é um acinte à sociedade brasileira

O problema de um governo deficitário não é apenas gastar muito, mas, principalmente, gastar mal

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Dubai é uma festa para a deslumbrada caravana brasileira enviada aos Emirados Árabes Unidos para fazer propaganda do país durante a Expo Dubai 2020, que acontece neste ano, depois de adiada devido à pandemia. Financiada com dinheiro do contribuinte, a farra já custou aos cofres públicos pelo menos R$ 3,6 milhões, como mostrou reportagem do Globo. Só em passagens aéreas e diárias, foi gasto até agora R$ 1,17 milhão, de acordo com dados do Painel de Viagens do Ministério da Economia. A diária varia entre US$ 300 (R$ 1.600) e US$ 350 (1.900) por pessoa.

O Expresso Dubai abarca 69 pessoas de nove ministérios e da Vice-Presidência da República — em média, sete viajantes por pasta. De tão inchado, o número de participantes chegou a ser questionado pela área técnica de alguns ministérios, pelo visto, em vão. Para efeito de comparação, a comitiva que viajou para Nova York com o presidente Jair Bolsonaro, em setembro, para participar da Assembleia Geral da ONU, reunia 45 pessoas. O valor total da viagem alcançou R$ 1,1 milhão.

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Um dos relatos mais precisos e representativos da excursão foi feito pelo secretário da Pesca, Jorge Seif, numa rede social. Em vídeo gravado numa praia, ele próprio se referiu ao evento como “trabalho-passeio” e disse que a cidade “é top demais”: “Estamos trabalhando, não estamos passeando, promovendo o turismo da Amazônia. Lógico que isso aqui, naturalmente, é um trabalho-passeio, né?”.

A Embratur gastou cerca de R$ 2,3 milhões — sem licitação — na montagem do pavilhão, cujo tema é a Floresta Amazônica. Claro que de pouco adianta mandar comitiva aos Emirados Árabes para promover a Amazônia se o mundo inteiro sabe que ela arde sem parar sob a vista grossa do governo Jair Bolsonaro. Melhor seria agir aqui mesmo, evitando as queimadas e os desmatamentos que não param de bater recordes.

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