Meio Ambiente

Sema-MT usa drones para fiscalizar e impedir pesca ilegal na piracema; veja vídeo

As imagens aéreas contribuem para a fiscalização de locais de difícil acesso, e servem para subsidiar relatórios e flagrantes de pesca ilegal

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Com o auxílio de drones, a fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) coibe a pesca ilegal durante o período proibitivo da piracema, que vai até 31 de janeiro de 2022. Pela tela do controle dos drones, os técnicos verificam nas imagens aéreas a presença de cevas, redes, pesca ilegal embarcada e desembarcada nas margens dos rios.

“O uso dos drones é um auxílio na atividade de campo, principalmente em locais de difícil acesso tanto por terra, quanto pela água, para evitar que a gente faça o esforço de chegar até o local e não ter nenhum indício de ilícito. Quando nos localizamos, registramos as imagens e damos andamento à  atividade de fiscalização e abordagem presencial”, explica o coordenador da Fiscalização de Fauna, Alan Assis Silveira.

As imagens registradas também vão para o relatório técnico, e são encaminhadas para a delegacia como subsídio para autuação do infrator, em caso de flagrante de delito. O drone é um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), controlado remotamente pelo piloto.
A Fiscalização da Sema possui 20 drones utilizados para captar imagens aéreas e até obter flagrante de crime ambiental. A tecnologia é utilizada tanto nas operações coordenadas pela fiscalização da Sema de Cuiabá, quanto das nove regionais distribuídas pelo interior do estado, para verificação de mineração, pesca, desmatamento, entre outros.

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Defeso da piracema

O período de defeso da piracema nos rios de Mato Grosso começou no dia 1° de outubro e vai até 31 de janeiro de 2022. Neste período, é proibida a pesca, exceto para subsistência, e retirada de peixes para pesquisa. A pesca segue proibida nos Rios de divisa até 28 de fevereiro.

Durante os primeiros 45 dias do período de defeso da piracema em Mato Grosso foram apreendidos 416 quilos de pescado, e aplicadas mais de R$ 45 mil em multas por pesca ilegal, além da apreensão de petrechos.

As multas e apreensões são resultado da fiscalização integrada entre a Sema e órgãos da Segurança Pública “Operação Sinergia Piracema”, que intensificou o patrulhamento das principais bacias hidrográficas do estado. O objetivo é garantir a proteção dos rios para permitir a reprodução dos peixes e a preservação dos estoques pesqueiros.

A operação integra a Sema-MT e órgãos da Segurança Pública do estado,  como a Polícia Militar (PM), por meio do Batalhão de Proteção Ambiental, Delegacia Especializada de Meio Ambiente, Corpo de Bombeiros Militar, Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e o Juizado Volante Ambiental (Juvam).

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Denúncias

Crimes ambientais devem ser denunciados por meio da Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-065-3838, pelo WhatsApp (65) 99321-9997, nas unidades regionais do órgão ambiental, ou ainda, pelo aplicativo MT Cidadão.

 

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Temporais colocam 6 cidades em situação de emergência. No Norte Araguaia; Confresa, Vila Rica, Santa Terezinha e Porto Alegre do Norte

Fortes chuvas destruíram pontes e parte das estradas deixando alguns pontos ilhados

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Pelo menos 6 municípios já decretaram situação de emergência por conta do intenso volumes de chuvas em Mato Grosso. Algumas cidades registram pontos críticos de alagamentos.

 

 

De acordo com o levantamento realizado pelo GD, até o momento o “alerta vermelho” foi acionado pelas prefeituras de Vila Rica, Porto Alegre do Norte, Paranatinga, Nova Bandeirantes, Santa Terezinha e Confresa. O decreto de emergência possibilita que os município tenham acesso a mais recursos para adotar ações de emergência no período chuvoso.

“Ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários dos desastres, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de cento e oitenta dias consecutivos e ininterruptos, contados a partir da caracterização do desastre, vedada a prorrogação dos contratos”.

No documento os municípios citam que as fortes chuvas destruíram pontes e parte das estradas. Em algumas cidades, os rios córregos e acabaram transbordando e inundando diversos bairros.

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Entre as cidades mais afetadas está o município de Paranatinga (378 km ao sul de Cuiabá). Moradores da região ficaram isolados devido ao alagamento, além de prejuízos no escoamento de produção agrícola das regiões, pontes e estradas destruídas.

Segundo divulgado pela prefeitura, a Defesa Civil do Estado atua no município e servidores fazem levantamento dos estragos causados pela chuva e valores para reparos na cidade, além de medidas para minimizar dados em temporais futuros.

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