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Adultos subnutridos com aparência de crianças e gritos de socorro abafados por som alto: o que se sabe sobre a família mantida em cárcere por 17 anos

Vítimas estavam presas na casa, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, havia 17 anos. Filhos são adultos, mas têm aparência de crianças por causa da desnutrição. Homem tinha o apelido de DJ por colocar som alto para abafar gritos de socorro.

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A denúncia de que um homem mantinha, havia 17 anos, a mulher e os dois filhos em cárcere privado trouxe à tona ainda mais traços de horror do que o que podia ser imaginado pelos vizinhos. A música alta que homem colocava e que lhe rendeu o apelido de DJ não era um gosto, mas uma forma de abafar gritos de socorro das vítimas.

Abaixo, leia o que se sabe sobre o caso descoberto na rua Leonel Rocha, no bairro da Foice, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Quem vivia na casa?

Viviam na casa o agressor, Luiz Antônio Santos Silva, conhecido como DJ; a mulher dele; e dois filhos, de 19 e 22 anos. As identidades das vítimas não foram divulgadas.

Os filhos têm 19 e 22 anos, mas, segundo vizinhos, aparentam ter cerca de 10 anos por causa da desnutrição.

“Chorei quando eu a vi saindo. Você olhava e dava uns 8 anos para ela”, disse uma vizinha que não quis ser identificada.

Quem é o agressor e como ele foi preso?

O homem foi identificado como Luiz Antônio Santos Silva. Policiais militares foram até a casa após uma denúncia anônima. O agressor foi preso por agentes do 27º BPM e vai responder por sequestro ou cárcere privado; vias de fato; maus-tratos e crime de tortura. A 43ª DP vai investigar o caso.

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Luiz Antonio Santos Silva foi preso por manter a família em cárcere privado — Foto: Reprodução

Luiz Antonio Santos Silva foi preso por manter a família em cárcere privado — Foto: Reprodução

Segundo os policiais que libertaram as vítimas, a principal preocupação no momento do resgate foi oferecer atendimento médico. “A situação era estarrecedora”, resumiu o policial militar que prestou socorro.

“Os policiais que primeiro chegaram aqui encontraram essas crianças realmente amarradas. Posteriormente, eu cheguei e vi que elas estavam sujas, subnutridas. Então, a preocupação imediata foi de prestar socorro médico. O Samu foi acionado para prestar todo o socorro. Inclusive, elas se encontraram agora sob os cuidados médicos”, disse o PM.

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Moradora do bairro Pitaluga é presa por atear fogo na própria casa tentando se matar

Policiais arrombaram a porta e em meio ao fogo e a intensa fumaça, retiraram a mulher do interior da casa

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O incêndio que destruiu uma casa no bairro Pitaluga em Barra do Garças, na tarde de domingo (14), resultou na prisão de uma mulher de 26 anos, moradora do imóvel.

A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar como lesão corporal, tentativa de suicídio, dano e incêndio.

A PM foi acionada com a informação inicial de uma situação de violência doméstica, envolvendo a mulher e o marido, de 34 anos.

No local a esposa afirmou que houve uma discussão entre o casal, que resultou em luta corporal e que ela havia quebrado o veículo do marido e ateado fogo nas roupas dele.

De acordo com a polícia, ao ser comunicada que seria levada à delegacia para a elaboração do boletim de ocorrência, a mulher colocou um saco de cimento na porta, sob o pretexto de trancar a casa, momento que a equipe percebeu muita fumaça que saía pelo telhado do quarto do casal.

Os militares constataram que a moradora havia colocado fogo no colchão e tentava incendiar outros cômodos da residência.

Segundo o boletim de ocorrência, ela levou alguns filhotes de cães para o quintal e em uma suposta tentativa de suicídio retornou para dentro da casa em chamas.

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Os policiais arrombaram a porta e em meio ao fogo e a intensa fumaça, retiraram a mulher do interior da casa, mesmo diante da resistência que ela ofereceu para não sair.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas, antes que outras casas fossem atingidas.

De acordo com a polícia, a mulher apresentava algumas lesões pelo corpo, provocadas pela vias de fato com o marido.

Polícia Civil e Politec estiveram na residência.

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