BARRA DO GARÇAS

Policial

Ex-delegado de polícia volta para a prisão depois de 13 anos

Publicados

Policial

Ex-delegado da Polícia Civil Edgar Fróes, 73, condenado a mais de 35 anos por duplo homicídio e corrupção ativa, tem mandado de prisão cumprido por policiais civis da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) em seu apartamento, no bairro Goiabeiras, na manhã de sexta-feira (29). Considerado foragido da Justiça desde 2019, Fróes teve negado o pedido de prisão domiciliar no dia 11 de maio, quando foi determinado que passasse a cumprir a pena em regime fechado.

 

Após a informação de que ele se encontrava em sua residência, investigadores passaram a monitorar o local, dando o cumprimento à ordem judicial. Em decisão do dia 11 de maio, o magistrado Geraldo Fernandes Fidelis Neto cita o fato do apenado ter abandonado por completo o cumprimento de acordos previstos na concessão do regime semiaberto e determinou que Fróes cumpra os 27 anos, 10 meses e 18 dias que faltam em regime fechado.

 

Fróes possui duas condenações. A primeira de 30 anos e 8 meses de reclusão pelos homicídios da empresária Marluce Maria Alves, 53, e do filho dela, o bancário Rodolfo Alves de Almeida Lopes, 24. O crime ficou conhecido como Caso Shangri-lá, bairro onde as vítimas moravam e foram assassinadas na manhã de 18 de março de 2004. Outra condenação de 4 anos e 8 meses é pela prática de corrupção passiva.

Leia Também:  Canarana e Gaúcha do Norte propõe parceria com o Estado para pavimentar a MT-427 passando por Culuene

 

Em seu despacho, Fidelis cita que o ex-delegado foi preso em 16 de abril de 2004, permanecendo segregado até 22 de setembro de 2009, quando progrediu para o regime semiaberto, após cumprir 5 anos, 5 meses e 6 dias da pena.

 

Ao contrário de outros apenados que eram obrigados a se recolher diariamente na Casa do Albergado, para repouso entre 19h e 6h, Fróes, excepcionalmente, teve a permissão para pernoitar em sua casa nos 90 primeiros dias de liberdade.

 

Mas deveria comparecer mensalmente ao juízo para dar conta de suas atividades. Mas isso só ocorreu uma única vez, em 18 de dezembro de 2009. Somente em 28 de setembro de 2011, já sob o risco de ter o regime regredido, compareceu em audiência de justificação onde alegou problemas de saúde e a impossibilidade de comparecer à Casa do Albergado.

 

Uma série de pedidos da defesa do ex-delegado e a apresentação de atestados médicos foram analisados e culminaram com a unificação das penas e expedição de mandado de prisão em 10 de maio de 2016 e 15 de abril de 2019.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Policial

Moradora do bairro Pitaluga é presa por atear fogo na própria casa tentando se matar

Policiais arrombaram a porta e em meio ao fogo e a intensa fumaça, retiraram a mulher do interior da casa

Publicados

em

O incêndio que destruiu uma casa no bairro Pitaluga em Barra do Garças, na tarde de domingo (14), resultou na prisão de uma mulher de 26 anos, moradora do imóvel.

A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar como lesão corporal, tentativa de suicídio, dano e incêndio.

A PM foi acionada com a informação inicial de uma situação de violência doméstica, envolvendo a mulher e o marido, de 34 anos.

No local a esposa afirmou que houve uma discussão entre o casal, que resultou em luta corporal e que ela havia quebrado o veículo do marido e ateado fogo nas roupas dele.

De acordo com a polícia, ao ser comunicada que seria levada à delegacia para a elaboração do boletim de ocorrência, a mulher colocou um saco de cimento na porta, sob o pretexto de trancar a casa, momento que a equipe percebeu muita fumaça que saía pelo telhado do quarto do casal.

Os militares constataram que a moradora havia colocado fogo no colchão e tentava incendiar outros cômodos da residência.

Segundo o boletim de ocorrência, ela levou alguns filhotes de cães para o quintal e em uma suposta tentativa de suicídio retornou para dentro da casa em chamas.

Leia Também:  Festa cultural agitou São Félix do Araguaia neste final de semana com apresentação de quadrilha e campeonato de bozó

Os policiais arrombaram a porta e em meio ao fogo e a intensa fumaça, retiraram a mulher do interior da casa, mesmo diante da resistência que ela ofereceu para não sair.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas, antes que outras casas fossem atingidas.

De acordo com a polícia, a mulher apresentava algumas lesões pelo corpo, provocadas pela vias de fato com o marido.

Polícia Civil e Politec estiveram na residência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

PAU E PROSA

POLICIAL

CIDADES

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA