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MPF denuncia 13 por explorarem ouro em MT e enviarem à Itália

Em um ano, criminosos comercializaram R$ 400 milhões

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 13 pessoas acusadas de comercializar ouro extraído de garimpos na Amazônia (aul do Pará e norte do Mato Grosso) e exportar para a Itália. Apenas em 2019, o grupo comercializou 1,5 tonelada de ouro — com valor estimado em R$ 440 milhões.

De acordo com a denúncia protocolada na quinta-feira, o grupo indicava que a lavra (local para exploração do produto) ocorria em Colniza, cidade mato-grossense a pouco mais de mil quilômetros de Cuiabá. Peritos, no entanto, confirmaram que o local estava inativo.

“Posteriormente, o ouro era revendido para a empresa CHM do Brasil Metais Ltda, de propriedade e administração dos italianos Giacomo Dogi e Mauro Dogi, que o exportava para a Itália como se fosse lícito”, informou o MPF.

O grupo foi denunciado por organização criminosa, receptação qualificada, extração de ouro sem título minerário e sem licenciamento ambiental, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Além dos italianos Giacomo e Mauro Dogi, o MPF identificou nove criminosos: Bruno Cezar Cecchini, Julia Leao Cecchini, Bruna Layane Carvalho Cecchini, Adriano Aguiar de Castro, José Celso Rodrigues Silva, Creudevaldo Birtche, conhecido tucura, Willian Ribeiro, conhecido como Cowboy, e Wilson Ribeiro Filho.

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Motorista envolvido em acidente que matou uma pessoa se apresenta à polícia em Barra do Garças

O condutor se apresentou espontaneamente acompanhado por um advogado.

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O motorista do veículo Chevrolet Celta que se envolveu no trágico acidente com uma motocicleta Honda CG 150 Titan, na tarde de domingo (26), nas confluências dos bairros Tamburi e Ouro Fino, em Barra do Garças, que resultou na morte de uma mulher de 44 anos, se apresentou na 1° Delegacia da Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (27).

Após o acidente, o homem abandonou o local, deixando o veículo visivelmente avariado pela colisão.

A motociclista Maria de Jesus Oliveira Cardoso, chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, porém, não resistiu e foi à óbito.

Após o acidente, a equipe de investigadores da 1°DP identificou a pessoa cujo veículo está registrado em seu nome, e a partir dessa informação, foi possivel identificar a pessoa que estava conduzindo o carro.

A investigação concluiu que no veículo estavam duas pessoas, sendo o motorista e uma criança de aproximadamente 8 anos, porém, antes de ser localizado, o condutor se apresentou espontaneamente acompanhado por um advogado.

Com algumas escoriações pelo corpo em razão do acidente, o homem de 35 anos que trabalha como pintor, relatou que a motociclista entrou bruscamente no cruzamento, e que ele não conseguiu frear, alegando que tentou virar o carro na tentativa de evitar o acidente, porém, não conseguiu.

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Relatou ainda que após a colisão, pediu a uma pessoa que acionasse o Corpo de Bombeiros e deixou o local com o filho que o acompanhava.

O homem que é habilitado, confirmou que o veículo lhe pertence, e após ser ouvido foi liberado. Por se tratar de crime culposo, a legislação não prevê prisão provisória.

O delegado Pablo Borges é o responsável pelo inquérito.

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