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Prisão de ex-ministro é vista como “desastre” para campanha

A avaliação é de que a prisão enfraquece o discurso de Bolsonaro de que não há corrupção em seu Governo

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A notícia da prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro caiu como uma bomba no núcleo de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) e também no Palácio do Planalto.

Auxiliares do presidente ouvidos pela coluna classificaram a operação de Polícia Federal desta quarta-feira (22) como “um desastre”, “muito ruim” e “muito grave”.

A avaliação é de que a prisão enfraquece o discurso de Bolsonaro de que não há corrupção em seu Governo, o que pode até mesmo mudar a estratégia da campanha que pretendia centralizar os ataques ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva justamente no tema.

Os responsáveis pela campanha de Bolsonaro dizem, porém, que ainda é cedo para fazer avaliações mais profundas do impacto da prisão de Milton Ribeiro e que ainda estão absorvendo o choque da notícia.

Apesar disso, admitem que a prisão pode dar munição para os adversários, ainda mais com a fala de Bolsonaro que disse que colocaria “a cara no fogo” por Ribeiro.

No Palácio do Planalto, a prisão também foi vista como negativa para o Governo, mas há a ponderação de que a ação da PF ajudaria a diminuir o discurso de que Bolsonaro interfere nos trabalhos da Polícia Federal.

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Em outubro de 2020, Bolsonaro fez um discurso em que afirmou que tinha acabado com a Lava Jato, porque, segundo ele, “não existe mais corrupção no Governo”.

Em sua fala, o presidente admitiu, no entanto, que o suposto fim da corrupção não seria uma virtude e sim uma obrigação.

Hoje, após a prisão do ex-ministro, Bolsonaro disse em uma entrevista que Milton Ribeiro é que deve responder pelos seus atos.

“É como a questão do Milton, lamento. A imprensa vai dizer que tá ligado a mim, etc. Paciência. Se tiver algo de errado, ele vai responder. Se tiver? Se for inocente, sem problema; se for culpado, vai pagar. O Gverno colabora com a investigação. A gente não compactua com nada disso”, disse.

E SE ELE FOR INOCENTADO? – Fontes do Governo dizem também que o ex-ministro deve ter direito a se defender e que poderia ainda provar que é inocente.

Um desses auxiliares, que admitiu a gravidade da prisão, ressaltou que ainda tem “total confiança no Milton”.

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O líder do Governo, Ricardo Barros (PP-PR), usou as redes sociais para defender a mesma linha.

“Muitos que foram presos hoje estão inocentados após conclusão das investigações. Espero que seja esse o caso do reverendo Milton Ribeiro”, disse.

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Motorista envolvido em acidente que matou uma pessoa se apresenta à polícia em Barra do Garças

O condutor se apresentou espontaneamente acompanhado por um advogado.

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O motorista do veículo Chevrolet Celta que se envolveu no trágico acidente com uma motocicleta Honda CG 150 Titan, na tarde de domingo (26), nas confluências dos bairros Tamburi e Ouro Fino, em Barra do Garças, que resultou na morte de uma mulher de 44 anos, se apresentou na 1° Delegacia da Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (27).

Após o acidente, o homem abandonou o local, deixando o veículo visivelmente avariado pela colisão.

A motociclista Maria de Jesus Oliveira Cardoso, chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, porém, não resistiu e foi à óbito.

Após o acidente, a equipe de investigadores da 1°DP identificou a pessoa cujo veículo está registrado em seu nome, e a partir dessa informação, foi possivel identificar a pessoa que estava conduzindo o carro.

A investigação concluiu que no veículo estavam duas pessoas, sendo o motorista e uma criança de aproximadamente 8 anos, porém, antes de ser localizado, o condutor se apresentou espontaneamente acompanhado por um advogado.

Com algumas escoriações pelo corpo em razão do acidente, o homem de 35 anos que trabalha como pintor, relatou que a motociclista entrou bruscamente no cruzamento, e que ele não conseguiu frear, alegando que tentou virar o carro na tentativa de evitar o acidente, porém, não conseguiu.

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Relatou ainda que após a colisão, pediu a uma pessoa que acionasse o Corpo de Bombeiros e deixou o local com o filho que o acompanhava.

O homem que é habilitado, confirmou que o veículo lhe pertence, e após ser ouvido foi liberado. Por se tratar de crime culposo, a legislação não prevê prisão provisória.

O delegado Pablo Borges é o responsável pelo inquérito.

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