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AL diz que bloqueio de rodovias traz pânico para população

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Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB) criticou o bloqueio de rodovias em Mato Grosso, organizado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ao deixar o Palácio Paiaguás nesta quarta-feira (8), o chefe do Legislativo afirmou que a situação pode causar pânico na população e elevar ainda mais os preços dos produtos.

“Eu acredito que não vai manter isso, mas se continuar vai encarecer os produtos, vai aumentar mais o preço da carne, do arroz e o feijão. Nós já estamos tendo uma dificuldade nesse sentindo e um fechamento piora ainda mais nossa economia”, expressou.

Conforme noticiou o gazeta digital, caminhoneiros continuam com 6 bloqueios em diversas rodovias de Mato Grosso. A manifestação prolongou os atos que começaram no feriado da Independência do Brasil, celebrado no dia 7 de setembro. Durante a manhã, um caminhoneiro chegou a ser preso após furar uma barreira e quase atropelar um manifestante na MT-010, no município de São José do Rio Claro (315 km de Cuiabá).

No fim da tarde, o Sindipetróleo (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso) emitiu nota negando que a situação possa levar ao desabestecimento de combustíveis no estado. Diante do atual cenário, Russi afirmou que os atos “não levam a lugar nenhum”. O parlamentar também defendeu que as discussões políticas devem ser feitas com maturidade e sem trazer o caos para os mato-grossenses.

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“O trancamento nesse momento não vai levar a lugar nenhum, só vai fazer subir mais os preços dos produtos e trazer o caos. Esperamos que tenham maturidade, para que, de forma democrática possamos escolher o melhor para o nosso país através das eleições”, finalizou.

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Max critica candidatura de ministro “forasteiro” ao Senado em MT

Deputado diz que Estado possui bons nomes para disputa e não vê chance para Tarcísio de Freitas

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), criticou a possibilidade aventada nos bastidores de o ministro dos Transportes, Tarcísio de Freitas, sair candidato ao Senado por Mato Grosso nas eleições de 2022.

 

Em entrevista ao Estadão nesta semana, Tarcísio confirmou que pode sair candidatar por Mato Grosso. No próximo ano, apenas uma vaga estará disponível.

“Nada contra a pessoa do ministro. Eu o respeito, mas trazer alguém de outro Estado, de fora de Mato Grosso para ser candidato no nosso Estado? Não vejo essa possibilidade, não acredito nisso”, afirmou.

“E o meu posicionamento será contra qualquer encaminhamento nesse sentido”, acrescentou.

 

Ainda que Tarcísio não seja do seu grupo político, Russi diz ser contra a ideia porque o Estado possui bons quadros em diversos partidos com capacidade suficiente para disputar a vaga, sem a necessidade de “importar” um nome de fora para representá-lo.

 

“Sinceramente, acho que teremos bons candidatos. Temos mais de 3 milhões de mato-grossenses, mais de 1,5 milhão de mato-grossenses com condições de disputar o Senado”, disse.

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“[São pessoas] que moram em Mato Grosso, que gastam no mercado em Mato Grosso, que ajudam no progresso do Estado. E qualquer uma dessas pessoas pode ser candidata ao Senado, ao Governo, a deputado, a qualquer cargo”, pontuou.

 

Candidato bolsonarista

 

O ministro Tarcísio de Freitas já admite que deverá disputar as eleições de 2022 apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele estaria aguardando a filiação do presidente a uma legenda para seguir o mesmo destino.

 

A ideia é que ele concorra por São Paulo ou algum estado cuja economia esteja atrelada ao agronegócio, como é o caso de Mato Grosso e Goiás.

 

Em Mato Grosso, até então o nome do deputado federal José Medeiros – que é vice-líder do Governo na Câmara Federal – era defendido pelo presidente para a disputa ao Senado.

 

Ao MidiaNews, porém, ele afirmou que se Tarcísio sair candidato no Estado, poderá fazer uma “dobradinha” bolsonarista e concorrer ao Palácio Paiaguás.

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