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Deputado alega dia corrido e diz que maminha de R$ 180 foi opção mais ágil

Valtenir Pereira cita que almoçou no período da tarde e voltou à Câmara para votações

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sobre a repercussão da divulgação de que pediu ressarcimento de gastos num restaurante em Brasília. O parlamentar foi reembolsado em R$ 200 por, entre outras coisas, consumir um prato de “maminha figueira”.

Em comunicado, o parlamentar disse que a reportagem não considerou o contexto da compra. Segundo ele, a compra ocorreu num dia de muitas tarefas no Congresso Nacional e que aquele restaurante foi a “opção mais ágil”.

 

“Foi um dia de intensas articulações pela manhã no Congresso Nacional, ultrapassando o horário do almoço, ocasião em que consegui sair para almoçar já no meio da tarde, só encontrando aberto, próximo do Parlamento, pelo adiantado da hora, apenas o restaurante Figueiras, na Vila Planalto, que oferecia, em seu cardápio, já fora do horário de almoço, um prato, o mais modesto naquele dia, a R$ 180,00”, explicou o deputado, que está no exercício da função em razão da licença de Carlos Bezerra.

Valtenir destacou que o ressarcimento é “legal” e citou que, em sua vida pública, sempre prezou pelo bom gasto do dinheiro público. “Quem me conhece sabe que sou simples, prezo pela qualidade do gasto público e muitas vezes sequer consigo almoçar, para dar conta das tarefas importantes que a política nos impõe”, afirmou.

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Ele citou ainda que possui outros gastos passíveis de ressarcimento, mas que não obtém o direito. “Várias despesas, especialmente com combustivel, por diversas vezes acabam sendo glosadas (não ressarcidas) por estar ilegível o cupom fiscal ou em razão do estabelecimento, situado em local de difícil acesso à internet, só oferecer nota controle, que não serve como documento fiscal necessário, ficando o Parlamentar sem o devido ressarcimento”, completou.

Íntegra da nota:

A propósito da matéria veiculada pelo portal Metrópoles, em que aborda o ressarcimento de despesas com alimentação por meio da cota parlamentar, tratada de modo extremamente pejorativo, que mais desinforma do que informa, é preciso fazer o seguinte posicionamento:

Foi um dia de intensas articulações pela manhã no Congresso Nacional, ultrapassando o horário do almoço, ocasião em que consegui sair para almoçar já no meio da tarde, só encontrando aberto, próximo do Parlamento, pelo adiantado da hora, apenas o restaurante Figueiras, na Vila Planalto, que oferecia, em seu cardápio, já fora do horário de almoço, um prato, o mais modesto naquele dia, a R$ 180,00. 

Era a opção mais ágil que encontrei naquele momento totalmente atípico.

Precisava almoçar rápido para retornar às atividades parlamentares, especialmente votação no Plenário de projetos importantes e relevantes para nosso País.

Não tendo outra alternativa, efetuei essa despesa, que é totalmente permitida pelas regras da Câmara dos Deputados e não imaginava que viesse a ter uma abordagem jornalística espetaculosa, com um tom completamente descabido e desproporcional.

Quem me conhece sabe que sou simples, prezo pela qualidade do gasto público e muitas vezes sequer consigo almoçar, para dar conta das tarefas importantes que a política nos impõe.

Lamento a repercussão que está sendo dada a essa questão e todo o estardalhaço feito, justamente porque é uma despesa que está devidamente amparada por regras consistentes que permitem o ressarcimento dentro da cota para custear a atividade parlamentar. 

Por fim, várias despesas, especialmente com combustivel, por diversas vezes acabam sendo glosadas (não ressarcidas) por estar ilegível o cupom fiscal ou em razão do estabelecimento, situado em local de difícil acesso à internet, só oferecer nota controle, que não serve como documento fiscal necessário, ficando o Parlamentar sem o devido ressarcimento.

É o necessário para o momento.

Cuiabá – MT, 15 de outubro 2021.

VALTENIR LUIZ PEREIRA

Defensor Público de MT

Dep Federal MDB/MT

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Jayme Campos elogia governo pelo lançamento do Novo Marco de Garantias

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O senador Jayme Campos (DEM-MT) participou nesta quinta-feira (25.11), no Palácio do Planalto, do lançamento do “Novo Marco de Garantias: Crédito Simples e Barato”. A medida busca proporcionar crédito com menores taxas de juros. Para Jayme Campos, o governo federal acertou, já que o programa democratiza o acesso à garantia de financiamentos.

“Nestes tempos difíceis de crise econômica e sanitária, essa ação do governo, de permitir que os brasileiros tenham acesso a crédito mais barato se torna um grande alívio, na medida em que beneficia os que querem empreender, investir, realizar a compra da casa própria, ou até evitar juros mais altos nos financiamentos. O governo acertou e estamos prontos para trabalhar essa pauta no Congresso Nacional”, destacou.

Com juros baixos e acesso facilitado ao crédito, Jayme acredita que o Novo Marco de Garantias poderá trazer para a economia mais emprego e renda. “Haverá maior movimentação em diversos setores da economia como da construção civil e, com isso, o aquecimento do setor imobiliário, caindo o desemprego e, consequentemente, aumentando a renda do brasileiro”, afirmou.

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Durante o lançamento, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, destacou que o trabalhador, o empresário ou o empreendedor passarão a ter o direito de usar o valor já pago de um mesmo imóvel como garantia de mais de uma operação de financiamento. “Hoje, você vai em um banco com uma casa de R$ 1 milhão e pega R$ 100 mil emprestado, a casa toda fica para o banco. Está errado”, criticou.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou que o Novo Marco de Garantias terá papel fundamental na recuperação econômica, atuando como “grande alavancador”. Ele destacou ainda que a medida melhora o perfil da dívida pública, uma vez que permite maior número de operações com prazos mais longos e taxas mais baixas, quando comparado ao crédito sem garantia.

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