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“Estamos diante de uma aliança de facínoras milicianos com uma elite política corrupta que manda no país há muito tempo”

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O senador e vice-presidente da CPI da Pandemia disse que sua tarefa é civilizatória e histórica. Ele espera que os trabalhos sejam concluídos em setembro, com a produção de um relatório que aponte crimes de responsabilidade, comum e de lesa-humanidade

Em entrevista ao El País, o senador Randolfe Rodrigues, vice-presidente da CPI da Covid, afirmou que “nunca se cometeram tanto crimes como nos últimos anos de Bolsonaro” e acrescentou que está diante de uma tarefa civilizatória histórica. Ele espera que a Comissão no Senado conclua os trabalhos em setembro, com a produção de um relatório que aponte crimes de responsabilidade, comum e de lesa-humanidade. O senador afirmou ao jornal que o país está “diante de uma aliança de facínoras milicianos com uma elite política corrupta que manda no país há muito tempo”

Randolfe reafirmou, na entrevista, que “a eleição de 2014 abriu uma caixa de Pandora e até agora a gente não botou todos os demônios de volta nela … Nós estamos resistindo, nós estamos na luta contra os demônios agora. Vai ser uma tarefa civilizatória histórica, no ano que vem ou ainda este ano, ao final da CPI, tentar começar a colocar os demônios de volta.

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“O estrago que eles deixaram aqui vai custar décadas para nós recuperarmos … O cenário ideal seria o impeachment [de Bolsonaro], o afastamento e a responsabilização dos culpados por tudo isso. Nós estamos diante do pior tipo de aliança que a história do Brasil poderia produzir” afirmou o senador”.

“É uma aliança de facínoras com fisiologismo corrupto do baixo clero do Parlamento. A presença na CPI do líder do Governo na Câmara, Ricardo Barros, junto aos esquemas que estão governando é o retrato disso. É uma aliança de facínoras milicianos com uma elite política corrupta que manda no país há muito tempo”, disse.

Randolfe Rodrigues detonou o parlamentar: “Ricardo Barros é o representante da arrogância de uma parte da elite brasileira, da arrogância de uma elite que não saiu da Casa Grande, da arrogância de uma elite que acha que está acima da lei, que está acima de tudo e que é superior”

“Esse pessoal chegou ao núcleo central de poder, que eles nunca tinham tido na história brasileira. Nunca esse tipo de gente tinha chegado ao Governo da República como chegou com Jair Bolsonaro“.

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Projeto do Governo vai vetar uso de emendas em shows nacionais

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou nesta segunda-feira (27) que vai encaminhar para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que proíbe a destinação de emendas parlamentares para shows nacionais em Mato Grosso.

A polêmica que ficou nacionalmente conhecida como “CPI do Sertanejo”, veio à tona após a revelação dos valores milionários pagos com dinheiro público para contratação de cantores nacionais. O Ministério Público Estadual (MPE) abriu investigações sobre o caso.

“Vou mandar para a Assembleia essa semana um projeto de lei para a gente normatizar um pouco essa história, até para acabar um pouco com essas confusões. Tem dado muita polêmica, acho que é bom fazer um freio de arrumação nesse negócio”, afirmou.

De acordo com o governador, o projeto visa limitar o uso das emendas parlamentares da área da Cultura para artistas locais.

O projeto vai limitar esses recursos da cultura aos artistas mato-grossenses. Se alguém quer fazer um show nacional, ok. Pode fazer, ninguém vai ficar proibindo de fazer. Agora, o dinheiro público mato-grossense é para apoiar os artistas mato-grossenses, a cultura mato-grossense”, explicou.

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Questionado, o governador negou que a proposta seja populista com vista à sua eventual reeleição.

“Eu falo como governador e tenho responsabilidades. Quando era prefeito e não fui para a reeleição, até o último dia do meu mandato eu tomava decisões que eu achava que eram corretas”, disse.

“Independente de ser ou não populares, de ser politicamente corretas, possa ganhar ou não voto, eu acho que o apoio à cultura precisa ter, o apoio a projetos culturais é importante, mas nós temos que apoiar cidadãos mato-grossenses, o artista mato-grossense”, acrescentou.

 

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