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FERROVIA – Wellington não é o pai da criança

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Wellington Fagundes, senador liberal, convida para o lançamento da obra da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), em Mara Rosa (GO), na sexta-feira, 17, Tanto convida, que recentemente promoveu reunião com políticos em Água Boa, nesse sentido. Que fique claro: Wellington não tem nenhuma participação da conquista da FICOpor Mato Grosso. Vejamos:

FICO faz parte do projeto do conjunto de ferrovias que somam 10 mil quilômetros, e que seriam construídas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado no governo do presidente Lula da Silva.
Lula terminou o mandato e a obra da FICOnão saiu do papel, onde continuou durante a presidência de Dilma Rousseff.
Michel Temer assumiu a Presidência. Três ministros liderados por Blairo Maggi(Agricultura, Pecuária e Abastecimento) costuraram o modelo para a construção da FICO. Os outros ministros: Valter Casimiro Silveira (Transporte, Portos e Aeroportos) e Carlos Marun (ministro-Chefe da Secretaria de Governo).
A costura. A mineradora Vale tem duas ferrovias cujas concessões estão próximas de vencer: a Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Estrada de Ferro Carajás. Marun à frente, negociou com a Vale: renovamos as concessões a desembolso zero e você constrói a FICO entre Campinorte (GO), à margem da Ferrovia Norte-Sul, e Água Boa. A Vale topou.
O trajeto de Campinorte a Água Boa foi alterado para Mara Rosa – também à margem da Norte-Sul – como ponto de partida, em razão da topografia. A extensão é de 383 quilômetros e esse trecho faz parte de um trajeto maior, que avançará para Lucas do Rio Verde, Chapadão do Parecis e Vilhena (RO), mas esses são outros quinhentos.
Pela FICO Mato Grosso deve agradecer aos ex-presidentes Lula e Temer, a Blairo Maggi, Marun e Casimiro. Wellingtonaparece em cena por mero oportunismo, mas como tem poder de mídia, certamente em muitos sites, jornais, rádio e televisão aparecerá na condição de pai da criança.
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Max critica candidatura de ministro “forasteiro” ao Senado em MT

Deputado diz que Estado possui bons nomes para disputa e não vê chance para Tarcísio de Freitas

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), criticou a possibilidade aventada nos bastidores de o ministro dos Transportes, Tarcísio de Freitas, sair candidato ao Senado por Mato Grosso nas eleições de 2022.

 

Em entrevista ao Estadão nesta semana, Tarcísio confirmou que pode sair candidatar por Mato Grosso. No próximo ano, apenas uma vaga estará disponível.

“Nada contra a pessoa do ministro. Eu o respeito, mas trazer alguém de outro Estado, de fora de Mato Grosso para ser candidato no nosso Estado? Não vejo essa possibilidade, não acredito nisso”, afirmou.

“E o meu posicionamento será contra qualquer encaminhamento nesse sentido”, acrescentou.

 

Ainda que Tarcísio não seja do seu grupo político, Russi diz ser contra a ideia porque o Estado possui bons quadros em diversos partidos com capacidade suficiente para disputar a vaga, sem a necessidade de “importar” um nome de fora para representá-lo.

 

“Sinceramente, acho que teremos bons candidatos. Temos mais de 3 milhões de mato-grossenses, mais de 1,5 milhão de mato-grossenses com condições de disputar o Senado”, disse.

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“[São pessoas] que moram em Mato Grosso, que gastam no mercado em Mato Grosso, que ajudam no progresso do Estado. E qualquer uma dessas pessoas pode ser candidata ao Senado, ao Governo, a deputado, a qualquer cargo”, pontuou.

 

Candidato bolsonarista

 

O ministro Tarcísio de Freitas já admite que deverá disputar as eleições de 2022 apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele estaria aguardando a filiação do presidente a uma legenda para seguir o mesmo destino.

 

A ideia é que ele concorra por São Paulo ou algum estado cuja economia esteja atrelada ao agronegócio, como é o caso de Mato Grosso e Goiás.

 

Em Mato Grosso, até então o nome do deputado federal José Medeiros – que é vice-líder do Governo na Câmara Federal – era defendido pelo presidente para a disputa ao Senado.

 

Ao MidiaNews, porém, ele afirmou que se Tarcísio sair candidato no Estado, poderá fazer uma “dobradinha” bolsonarista e concorrer ao Palácio Paiaguás.

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