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Lula não vai alterar a Bíblia. Isso é coisa de bolsonarista, que bota foto de político no livro sagrado…

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Taí uma fake news do tipo espelho: acusar Lula de algo que o bolsonarismo faz. Agora estão dizendo que Lula iria modificar a Bíblia… Mentira pura! Quem alterou o livro sagrado, de verdade, foram os bolsonaristas ao imprimir Bíblias com fotos de políticos para fazer propaganda indevida.

A gente lembra do escândalo que foi a publicação e distribuição de Bíbliasprofanadas com imagens de políticos como o então ministro da Educação, Milton Ribeiro, e pastores aliados do presidente. Para piorar, elas eram distribuídas em reuniões com prefeitos e secretários municipais, promovidas pelo MEC. Que feio, Bolsonaro!

Também não dá para esquecer da idolatria de bolsonaristas ao bezerro de ouro. Segundo reportagem do Estado de S. Paulo, dois pastores ligados ao governo pediram um quilo de ouro a um prefeito do Maranhão para intermediar a liberação de R$ 10 milhões para a construção de escolas e creches na cidade de Luis Domingues. Verdades tristes deste governo.

Mais do que respeitar a Bíblia e todas as religiões, o que se espera de um presidente é decência e compaixão com os que mais sofrem. Enquanto 33 milhões de brasileiros passam fome, Bolsonaro anda de moto e jet ski por aí. Ele deveria ler a Bíblia, ou talvez escutar e aprender um pouquinho com Lula: “Ajudar os mais pobres é cristianismo e está na Bíblia”. Amém? Amém!

“Eu quero que este país volte a ficar bem. Eu quero que as pessoas voltem a ser felizes, que as mulheres vivam com muita tranquilidade e os homens também. Não posso dividir o país entre religioso, evangélico, não. Não vou misturar religião com política. Cada um segue a profissão que quer, cada um segue a religião que desejar e o governante não tem que se meter nisso”

Luiz Inácio Lula da Silva

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Projeto do Governo vai vetar uso de emendas em shows nacionais

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou nesta segunda-feira (27) que vai encaminhar para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que proíbe a destinação de emendas parlamentares para shows nacionais em Mato Grosso.

A polêmica que ficou nacionalmente conhecida como “CPI do Sertanejo”, veio à tona após a revelação dos valores milionários pagos com dinheiro público para contratação de cantores nacionais. O Ministério Público Estadual (MPE) abriu investigações sobre o caso.

“Vou mandar para a Assembleia essa semana um projeto de lei para a gente normatizar um pouco essa história, até para acabar um pouco com essas confusões. Tem dado muita polêmica, acho que é bom fazer um freio de arrumação nesse negócio”, afirmou.

De acordo com o governador, o projeto visa limitar o uso das emendas parlamentares da área da Cultura para artistas locais.

O projeto vai limitar esses recursos da cultura aos artistas mato-grossenses. Se alguém quer fazer um show nacional, ok. Pode fazer, ninguém vai ficar proibindo de fazer. Agora, o dinheiro público mato-grossense é para apoiar os artistas mato-grossenses, a cultura mato-grossense”, explicou.

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Questionado, o governador negou que a proposta seja populista com vista à sua eventual reeleição.

“Eu falo como governador e tenho responsabilidades. Quando era prefeito e não fui para a reeleição, até o último dia do meu mandato eu tomava decisões que eu achava que eram corretas”, disse.

“Independente de ser ou não populares, de ser politicamente corretas, possa ganhar ou não voto, eu acho que o apoio à cultura precisa ter, o apoio a projetos culturais é importante, mas nós temos que apoiar cidadãos mato-grossenses, o artista mato-grossense”, acrescentou.

 

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