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Marcelo Odebrecht não se atenta para mentira dita a Moro sobre Lula e acaba virando piada na rede

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Temos de tirar o chapéu para a inteligência de Marcelo Odebrecht. Até agora, entre todos os torturados em Curitiba com a única finalidade de jogar Lula na prisão, foi o único a conseguir sua liberdade gozando a cara do fascista Sérgio Moro.
Ao contrário do que possa ter parecido ontem, dia marcado por um turbilhão de denúncias e delações, Odebrecht na verdade deu a Lula um verdadeiro atestado de inocência ao dizer que havia entregue ao ex presidente 13 milhões em propina, pagos de uma só vez, em dinheiro.
Inebriado ou alucinado de alegria com o tamanho da quantia, Sérgio Moro não prestou atenção no detalhe: “o dinheiro foi entregue a Lula em uma pasta”- disse Marcelo. E Moro deve ter saído da sala de audiência dando pulinhos de alegria.

Pulando de alegria , também, pelo fato de ter permitido o vazamento exclusivo e ao vivo de tal depoimento para O Antagonista, sabidamente sucursal da TV Globo, que junto ao juiz caiu também no ridículo.

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TORRE DE DINHEIRO

Para se ter uma ideia, O dinheiro que Marcelo Odebrecht disse que deu a Lula, em cash , seriam 130.000 notas de 100. Supondo que cada nota tenha a espessura de 0,11 mm, essas notas empilhadas são = 130000 x 0,11 mm = 14.300 mm, ou seja, era uma pilha de 14,3 metros de altura. Mesmo que divididos em 6 vezes, seria uma pilha de 2,38 metros de cada vez.

Levar Lula a um julgamento calcado nessa “acusação” exigiria a instalação de uma enorme tenda de lona sobre o tribunal, dando-lhe a verdadeira caracterização de um circo.
Não é atoa que Marcelo Odebrecht comandou o grande império de sua família, tenham lá suas críticas quem as tiver.

Inteligência não lhe falta e tem ainda uma coisa da maior importância: foi leal à verdade e digno com Lula, pois em vez de complicar a vida desse já tão perseguido ídolo do povo brasileiro, inocentou-o com uma piada.

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Guedes pediu demissão, mas Bolsonaro tenta demovê-lo, diz jornalista

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O jornalista Vicente Nunes acaba de publicar em seu blog no Correio Braziliense que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo a presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi feito na quinta-feira (21) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente.

Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo, à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.

O pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo blog de Vicente Nunes.

Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.

Deixaram o Ministério o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.

Guedes está se sentido desmoralizado, segundo amigos próximos. Não está descartada que a sua demissão seja formalizada nesta sexta-feira (22) ou ao longo da próxima semana.

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O ministro diz que chegou ao limite, pois as mudanças propostas pelo governo para o teto de gastos são inaceitáveis.

A situação está tão tensa no Ministério da Economia, que nem a agenda de Guedes foi divulgada.

A única informação é de que ele está em compromissos internos. Interlocutores de Bolsonaro estão sondando nomes para o lugar de Guedes.

No Ministério da Economia, pouca gente acredita que um nome de peso aceite assumir o comando da política econômica com Bolsonaro enlouquecido com a reeleição.

Para se ter um ideia da desconfiança em relação ao governo, Guedes, inclusive, está com dificuldades para preencher os quatro postos abertos em sua equipe.

 

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