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Max descarta PSB apoiando Bolsonaro e defende terceira via

Deputado afirmou que população deve ter opções no primeiro turno das eleições

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Presidente do PSB em Mato Grosso, o deputado Max Russi defendeu que a sigla lance um nome para concorrer à presidência da República em 2022.

Segundo Russi, nas próximas semanas os presidentes dos diretórios estaduais devem se reunir para discutir eventuais nomes.

“Eu tenho defendido que o PSB lance um candidato nacional, que seja uma opção ao eleitorado brasileiro”, disse.

O PSB nacional não caminha nessa direção [apoio ao Bolsonaro]. Nós iremos caminhar na direção de termos um candidato próprio

“No primeiro turno, temos que lançar candidatos, dar uma opção ao nosso eleitor para que ele possa, de forma democrática, analisar quem vai ser melhor  como presidente para o Brasil”, acrescentou.

A tendência do partido, segundo Russi, é não apoiar a candidatura à reeleição do atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido).

“O PSB nacional não caminha nessa direção [apoio ao Bolsonaro]. Nós iremos caminhar na direção de termos um candidato próprio”, afirmou.

Apesar da defesa, Russi não citou nenhum nome de filiados que poderiam concorrer contra Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Nacionalmente, o presidente do partido, Carlos Siqueira, apontou que o principal objetivo da sigla em 2022 será a derrota de Bolsonaro.

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Guedes pediu demissão, mas Bolsonaro tenta demovê-lo, diz jornalista

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O jornalista Vicente Nunes acaba de publicar em seu blog no Correio Braziliense que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo a presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi feito na quinta-feira (21) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente.

Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo, à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.

O pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo blog de Vicente Nunes.

Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.

Deixaram o Ministério o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.

Guedes está se sentido desmoralizado, segundo amigos próximos. Não está descartada que a sua demissão seja formalizada nesta sexta-feira (22) ou ao longo da próxima semana.

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O ministro diz que chegou ao limite, pois as mudanças propostas pelo governo para o teto de gastos são inaceitáveis.

A situação está tão tensa no Ministério da Economia, que nem a agenda de Guedes foi divulgada.

A única informação é de que ele está em compromissos internos. Interlocutores de Bolsonaro estão sondando nomes para o lugar de Guedes.

No Ministério da Economia, pouca gente acredita que um nome de peso aceite assumir o comando da política econômica com Bolsonaro enlouquecido com a reeleição.

Para se ter um ideia da desconfiança em relação ao governo, Guedes, inclusive, está com dificuldades para preencher os quatro postos abertos em sua equipe.

 

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