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Taques nega racha: ‘Acredito mais no Fávaro que no Wellington’

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O governador Pedro Taques (PSDB) negou a possibilidade de seu vice, Carlos Fávaro (PSD), estar articulando com o grupo de oposição uma eventual candidatura ao Governo do Estado, nas eleições deste ano.

A possibilidade da candidatura foi divulgada neste final de semana pelo senador de oposição Wellington Fagundes (PR).

“Em absoluto! Carlos Fávaro nunca me falou isso. Estamos juntos para melhorar Mato Grosso”, resumiu o tucano, durante evento de lançamento do Ganha Tempo, no CPA, em Cuiabá, na manhã desta segunda-feira (22).

Questionado se houve incômodo com as declarações de Fagundes, que disse ter sido procurado por Fávaro, Taques afirmou acreditar mais em seu vice que no senador.

“Nem um pouco. Eu acredito mais no Fávaro que no Wellington”, afirmou.

O convite

Fagundes revelou ter sido procurado pelo vice-governador, que estaria buscando apoio para uma eventual candidatura ao Governo.

“Ele [Fávaro] nos procurou dizendo que gostaria de ser candidato. Se ele assumisse [o Governo], não abriria mão. A condição dele assumir, cabe a ele responder. Mas ele colocou a possibilidade de ser candidato”, disse Fagundes.

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Pela legislação, Fávaro só pode assumir o Paiaguás em caso de Taques ser candidato a outro cargo que não ao de governador novamente. Outra possibilidade seria a cassação ou renúncia ao mandato.

Até o momento, o vice-governador não se posicionou sobre as declarações do senador

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Guedes pediu demissão, mas Bolsonaro tenta demovê-lo, diz jornalista

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O jornalista Vicente Nunes acaba de publicar em seu blog no Correio Braziliense que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo a presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi feito na quinta-feira (21) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente.

Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo, à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.

O pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo blog de Vicente Nunes.

Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.

Deixaram o Ministério o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.

Guedes está se sentido desmoralizado, segundo amigos próximos. Não está descartada que a sua demissão seja formalizada nesta sexta-feira (22) ou ao longo da próxima semana.

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O ministro diz que chegou ao limite, pois as mudanças propostas pelo governo para o teto de gastos são inaceitáveis.

A situação está tão tensa no Ministério da Economia, que nem a agenda de Guedes foi divulgada.

A única informação é de que ele está em compromissos internos. Interlocutores de Bolsonaro estão sondando nomes para o lugar de Guedes.

No Ministério da Economia, pouca gente acredita que um nome de peso aceite assumir o comando da política econômica com Bolsonaro enlouquecido com a reeleição.

Para se ter um ideia da desconfiança em relação ao governo, Guedes, inclusive, está com dificuldades para preencher os quatro postos abertos em sua equipe.

 

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