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TRE anula cassação do prefeito e da vice de Guiratinga (MT)

Waldeci e Leonor foram cassados em primeira instância, em fevereiro deste ano, por abuso de poder econômico e compra de votos.

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) anulou, por unanimidade, a cassação do prefeito de Guiratinga, Waldeci Barga Rosa, e da vice-prefeitra Leonor Fátima Martini, ambos do partido Democratas, nesta quarta-feira (15).

Waldeci e Leonor foram cassados em primeira instância, em fevereiro deste ano, por abuso de poder econômico e compra de votos durante as eleições de 2020.

Além da cassação, o magistrado havia determinado a inelegibilidade pelo período de oito anos.

A defesa deles entrou com recurso no TRE e, nesta quarta-feira, os desembargadores mantiveram os políticos nos cargos, porque não houve comprovação dos crimes.

Com isso, os diplomas do prefeito e da vice foram restituidos.

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Guedes pediu demissão, mas Bolsonaro tenta demovê-lo, diz jornalista

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O jornalista Vicente Nunes acaba de publicar em seu blog no Correio Braziliense que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo a presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi feito na quinta-feira (21) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente.

Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo, à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.

O pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo blog de Vicente Nunes.

Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.

Deixaram o Ministério o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.

Guedes está se sentido desmoralizado, segundo amigos próximos. Não está descartada que a sua demissão seja formalizada nesta sexta-feira (22) ou ao longo da próxima semana.

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O ministro diz que chegou ao limite, pois as mudanças propostas pelo governo para o teto de gastos são inaceitáveis.

A situação está tão tensa no Ministério da Economia, que nem a agenda de Guedes foi divulgada.

A única informação é de que ele está em compromissos internos. Interlocutores de Bolsonaro estão sondando nomes para o lugar de Guedes.

No Ministério da Economia, pouca gente acredita que um nome de peso aceite assumir o comando da política econômica com Bolsonaro enlouquecido com a reeleição.

Para se ter um ideia da desconfiança em relação ao governo, Guedes, inclusive, está com dificuldades para preencher os quatro postos abertos em sua equipe.

 

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