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TRE julga na quinta pedido de empresário para cassar deputado de MT

Emílio Populo alega ter direito de assumir vaga após morte de Sílvio Fávero

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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) incluiu na pauta de julgamento da próxima quinta-feira (14) uma ação que busca decretar a perda do mandato eletivo do deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) por infidelidade partidária. Quem move o processo é o médico e empresário do setor de transportes, Emilio Populo Souza Machado, que disputou o pleito de 2018 com o nome de urna “Dr. Emilio Populo Viação Juína”.

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No entendimento do empresário, com forte atuação no município de Juína e região, a vaga deixada por Silvio Fávero, que morreu no dia 13 de março por complicações da Covid-19, deveria ser ocupada por ele ao invés de Catani. Isso porque, depois das eleições de 2018, Gilberto Cattani deixou o PSL e se filiou aos quadros do PRTB enquanto Emílio Populo permaneceu filiado ao PSL.

Contudo, depois que Fávero morreu e veio à tona a celeuma sobre o novo dono da vaga, lideranças do PSL informaram que Cattani depois de passar uma temporada no PRTB, votou a se filiar à legenda pela qual disputou as eleições de 2018 e obteve 11.629 votos, ficando como suplente. Seu retorno ao PSL se deu em 22 de fevereiro deste ano, antes da morte de Silvio Fávero.

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Já Emílio Populo, também interessado em assumir a cadeira no Legislativo Estadual, recebeu 6.364 votos na disputa eleitoral de 2018.

A ação de justificação de desfiliação partidária e perda de cargo eletivo tramita na Corte Eleitoral desde o dia 23 de março, logo após a morte do titular da cadeira na Assembleia Legislativa. O relator é o juiz-membro do TRE, Sebastião Monteiro da Costa Júnior. A Comissão Provisória Estadual do PRTB também foi acionada no polo passivo juntamente com Cattani.

O processo estava na pauta de julgamento do dia 10 de junho, mas a pedido do relator foi retirada. Agora, em despacho do dia 8 deste mês, voltou a ser incluída na lista dos processos que serão julgados pelo Pleno do TRE na quinta-feira.

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Guedes pediu demissão, mas Bolsonaro tenta demovê-lo, diz jornalista

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O jornalista Vicente Nunes acaba de publicar em seu blog no Correio Braziliense que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo a presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi feito na quinta-feira (21) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente.

Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo, à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.

O pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo blog de Vicente Nunes.

Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.

Deixaram o Ministério o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.

Guedes está se sentido desmoralizado, segundo amigos próximos. Não está descartada que a sua demissão seja formalizada nesta sexta-feira (22) ou ao longo da próxima semana.

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O ministro diz que chegou ao limite, pois as mudanças propostas pelo governo para o teto de gastos são inaceitáveis.

A situação está tão tensa no Ministério da Economia, que nem a agenda de Guedes foi divulgada.

A única informação é de que ele está em compromissos internos. Interlocutores de Bolsonaro estão sondando nomes para o lugar de Guedes.

No Ministério da Economia, pouca gente acredita que um nome de peso aceite assumir o comando da política econômica com Bolsonaro enlouquecido com a reeleição.

Para se ter um ideia da desconfiança em relação ao governo, Guedes, inclusive, está com dificuldades para preencher os quatro postos abertos em sua equipe.

 

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