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Vereadora denuncia uso de peça de carro público em veículo particular em MT

Caso foi denunciado na tribuna da Câmara nesta semana.

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A vereadora Cleide Rodrigues de Oliveira (PP) de Barra do Bugres (169 km), denunciou o secretário de Obras do município, Fernando Oda, por ter autorizado o uso de peça de um caminhão público em um veículo particular. O caso foi denunciado ao Ministério Público Estadual (MPE).

O secretário Fernando Oda foi procurado pelo g1 MT, mas não foi localizado.

A parlamentar que fez a denúncia disse que recebeu a denúncia de que uma peça seria tirada de um carro público para colocar em um veículo particular. O serviço estava em execução numa oficina ligada à Secretaria de Obras de Barra do Bugres.

Segundo a vereadora, o mecânico que estava executando o serviço disse que estava cumprindo ordens dos superiores.

A vereadora Cleide disse que no momento da abordagem ligou para o secretário, mas ele não retornou. Depois ligou para o prefeito, Divino Henrique Rodrigues (PDT), que retornou questionando o que estava acontecendo. A vereadora conta que expôs a situação ao prefeito e ele afirmou que não estava sabendo da troca.

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Em seguida, segundo a vereadora, o secretário ligou e disse que a peça estava sendo emprestada a outro veículo. “Quer dizer, o cara aluga um carro, o município está pagando e ainda vai tirar peça de um carro público para colocar em um carro particular? Gente, isso não existe!”, destacou sobre o caso.

A parlamentar conta que retornou à Secretaria de Obras, disse que depois do fato se tornar público o serviço não foram realizados.

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Guedes pediu demissão, mas Bolsonaro tenta demovê-lo, diz jornalista

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O jornalista Vicente Nunes acaba de publicar em seu blog no Correio Braziliense que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo a presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi feito na quinta-feira (21) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente.

Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo, à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.

O pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo blog de Vicente Nunes.

Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.

Deixaram o Ministério o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.

Guedes está se sentido desmoralizado, segundo amigos próximos. Não está descartada que a sua demissão seja formalizada nesta sexta-feira (22) ou ao longo da próxima semana.

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O ministro diz que chegou ao limite, pois as mudanças propostas pelo governo para o teto de gastos são inaceitáveis.

A situação está tão tensa no Ministério da Economia, que nem a agenda de Guedes foi divulgada.

A única informação é de que ele está em compromissos internos. Interlocutores de Bolsonaro estão sondando nomes para o lugar de Guedes.

No Ministério da Economia, pouca gente acredita que um nome de peso aceite assumir o comando da política econômica com Bolsonaro enlouquecido com a reeleição.

Para se ter um ideia da desconfiança em relação ao governo, Guedes, inclusive, está com dificuldades para preencher os quatro postos abertos em sua equipe.

 

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