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População de Cocalinho homenageia padroeira do Brasil com missa, devoção, teatro e soltura de barquinhos no Araguaia

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No dia 12 de outubro, ocasião em que os católicos do Brasil inteiro comemoram o dia da padroeira, Senhora Aparecida, na cidade de Cocalinho, no Vale do Araguaia, o Diácono Walece Teófilo Marques, da Paróquia São Sebastião juntamente com os fiéis, promoveram uma procissão denominada “canoada” pelo Rio Araguaia, a festa religiosa iniciou por volta das 16.00h e se estendeu ate tarde da noite.

Durante o evento, os fiéis da comunidade levaram a imagem da padroeira Aparecida desde o porto do travessão até o porto de Cocalinho, ocasião em que foi adorada e aplaudida por centenas de pessoas que prestigiaram o evento religioso.

No período da tarde, por volta das 18.00h aconteceu a celebração da missa, que contou com uma apresentação teatral contando a história da Senhora Aparecida, além da soltura de centenas de barquinhos coloridos e iluminados que desceram o Rio Araguaia de forma esplendorosa.


Autoridades da igreja católica em momento de ritual de celebração

Durante a festividade em Cocalinho foi registrada a presenças de varias autoridades civis que abrilhantaram ainda mais o evento popular, entre elas; o prefeito Marcio Conceição Nunes de Aguiar, o popular Baco, que se apresentou como sendo devoto da padroeira do Brasil.

O prefeito estava ladeado da sua esposa Haiane Morenna e juntos comungaram ao lado da sua comunidade demostrando total devoção e fé.

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A Primeira Dama Haiane também participou do teatro representando à padroeira.

Após a celebração da missa, no final das festividades, o diácono Walace que representou a igreja católica convidou todos os fiéis e presentes para se deslocarem até à margem do rio Araguaia para prestigiar a soltura dos barquinhos sobre as águas, transformando em um brilhante espetáculo no majestoso rio Araguaia.


Barco atraca na barranca do rio trazendo a imagem da padroeira Aparecida

 Segundo os organizadores, essa foi a primeira vez que a cidade de Cocalinho realizou uma festa religiosa de tamanha proporção em homenagem a Senhora Aparecida com tantos atrativos e fé, a exemplo da canoas descendo o rio Araguaia trazendo a imagem da padroeira do Brasil, inclusive com missa ao ar livre, teatro e o belo espetáculo da soltura dos barquinhos.

A expectativa para o próximo evento que ocorrera em 12 de outubro de 2022 é de receber fiéis de toda parte do Brasil.


Comunidade participando da procissão da padroeira

História da padroeira Aparecida: 

A história da padroeira do Brasil começa na segunda quinzena de outubro de 1717, época em que Aparecida fazia parte de Guaratinguetá.

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O povo da cidade planejava uma festa em homenagem a Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos, conde de Assumar, que estava de passagem pela região a caminho de Vila Rica – atual cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais.

Por conta da festa, diversos pescadores foram ao rio Paraíba do Sul procurar peixes para serem oferecidos ao nobre. Foi o caso de João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia, todos devotos da Virgem Maria.

Sem apanhar nada e quase desistindo da pesca, eles lançaram a rede e, ao puxarem, descobriram o corpo de uma imagem sacra, sem cabeça. Lançaram a rede novamente e, desta vez, pescaram a cabeça da santa.

Segundo os relatos, a estátua teria ficado tão pesada que os pescadores não conseguiram movê-la no barco. E, desde que a imagem foi para o barco, eles pescaram uma grande quantidade de peixes, algo que foi considerado milagroso há época.

De acordo os católicos, o primeiro milagre atribuído a ‘santa’, foi à cura da visão de uma menina cega, que ao enxergar disse: “Mamãe olha a Nossa Senhora Aparecida”.

ASSISTA AO VÍDEO A BAIXO:

 

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STJ recebe pedido de prisão contra padre Robson

Representação foi enviada pela Polícia Federal e está com o ministro Benedito Gonçalves

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A Polícia Federal (PF) protocolou, na última terça-feira (16), requerimento de prisão para o padre Robson, do Santuário Pai Eterno, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pedido foi distribuído para o ministro Benedito Gonçalves, que ainda não analisou o caso.

A informação, divulgada pelo portal IstoÉ, afirma que há informes dentro da PF que padre Robson não se encontra em Goiás desde o dia em que o pedido foi protocolado. O advogado do religioso fez uma contra-representação para questionar o pedido.

Padre Robson é alvo de investigação do Ministério Público por suspeita de lavagem de dinheiro de doações. O esquema diz respeito a centenas de milhões de reais e há várias pessoas envolvidas.

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