Saúde

Barra do Garças lança Campanha de Doação de Sangue para reforçar o estoque da Unidade de Coleta e Transfusão

A Semana Nacional do Doador de Sangue será realizada entre os dias 22 e 25 de novembro na UCT de Barra do Garças.

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Começou nesta segunda-feira (22), a Campanha Nacional de Doação de Sangue, a ação está sendo promovida pela Unidade de Coleta e Transfusão (UCT) de Barra do Garças, entre os dias 22 e 26 de novembro.

A ação visa atrair o maior número de doadores possíveis para abastecer o banco de sangue do município. A coordenadora da UCT, Nilvaci Rodrigues, explica que a campanha é voltada para moradores de toda a região e que as pessoas interessadas podem procurar a unidade durante todo o ano, já que o estoque sempre necessita de reposição, pela alta demanda de transfusões.

De acordo com a coordenadora da UCT uma única bolsa de sangue doada por uma pessoa pode salvar até 4 vidas, por isso é de suma importância que os cidadãos tenham o hábito de doar sangue. Além disso, Barra do Garças fornece hemocomponente para pacientes de oito municípios da região.

“Nós nunca sabemos quando haverá uma emergência, por isso precisamos ter nosso estoque sempre cheio. Durante a pandemia muitos pacientes com Covid-19 precisaram de transfusão e mesmo com um número significativo de doadores nossa demanda ainda é alta.”

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O prefeito Dr. Adilson Gonçalves e o secretário de Saúde, Adilson Tavares, visitaram a UCT neste primeiro dia de campanha e homenagem juntamente com a coordenadora Nilvaci Rodrigues, o doador mais assíduo da UCT, o senhor João Macena, que há mais de 25 anos é doa sangue com regularidade e neste ano, por causa do limite de idade não poderá mais ser um doador.

O prefeito convocou a população para participar da campanha e contribuir para que vidas sejam salvas.

“Doar é um gesto de solidariedade e amor ao próximo. Por muitos anos eu fui doador de sangue e agora convido a população e aos servidores para contribuir com esta campanha para salvar vidas”.

A campanha acontecerá entre os dias 22 e 26 de novembro na UCT Barra do Garças, na Av. Marechal Rondon 2.897 Jardim das Mangueiras, anexo ao Pronto Socorro, das 07:00h às 10:00h e das 13:00h às 16:00h.

Para ser um doador, basta ter entre 18 e 69 anos completos, pesar no mínimo 50 quilos e apresentar documento com foto na UCT, não é necessário estar em jejum. Estarão impedidos temporariamente de doar: pessoas com sintomas gripais; grávidas; pessoas infectadas com Covid-19 nos últimos 30 dias e mulheres no período pós gestação. A lista completa de restrições estará disponível na unidade de coleta.

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A Campanha também conta com apoio de empresas particulares como o Supermercado Nilo, MedBarra, Cristo Redentor, Laboratório Exame, Laboratório Pasteur, Unimed e Prefeituras dos municípios da região, como Araguaiana e Torixoréu.

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Saúde

Ômicron: nova variante detectada na África do Sul já chegou a Israel, Bélgica e Hong Kong

No Brasil, a Anvisa recomendou que o governo adote restrições para voos e viajantes vindos de seis países da África: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Uma nova variante da Covid-19 detectada originalmente na África do Sul e agora batizada de omicron acendeu o alerta entre autoridades de saúde de todo o mundo. Casos da variante classificada como B.1.1.529 já foram identificados em ao menos três lugares do mundo para além do continente africano.

Na Europa, o primeiro caso foi confirmado na Bélgica, em um paciente que havia chegado do Egito no início de novembro. Além disso, já há casos confirmados em Israel, Hong Kong e Botsuana.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que o governo adote restrições para voos e viajantes vindos da África do Sul e cinco países vizinhos – Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Porém, a entidade afirma que “quaisquer restrições de deslocamento não são determinadas pela Anvisa, mas pelo grupo interministerial formado por Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Saúde e Ministério da Justiça”. A agência não informou se pretende recomendar restrições para viagens de outros países.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou nesta sexta-feira (26/11) uma reunião para tratar da nova variante, na qual a classificou como “variante preocupante” (variant of concern, o termo usado para descrever as variantes mais problemáticas até agora, como a delta, gama etc) e a batizou de omicron.

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Mas, mais cedo, advertiu que países não devem se apressar em impor restrições de viagens, pedindo que tenham uma “abordagem baseada no risco e na ciência”.

“Qualquer restrição de viagem deve ser pesada, e países já podem fazer muito em termos de vigilância e sequenciamento e trabalhar em conjunto com os países afetados ou globalmente “, disse o porta-voz da OMS, Christian Lindmeyer.

A despeito disso, para tentar frear a disseminação da nova variante, diversos países também estão adotando restrições a voos saídos da África, como os Estados Unidos, Alemanha, Japão e Singapura.

Já a Comissão Europeia recomendou que países da União Europeia restrinjam emergencialmente voos originários da África Austral.

Sajid Javid, ministro da Saúde do Reino Unido, a descreveu a nova versão do coronavírus como uma “grande preocupação internacional”.

 

“Uma das lições desta pandemia foi que devemos agir rapidamente e o mais cedo possível”, disse ele.

 

Nos EUA, o médico Anthony Fauci, chefe da força-tarefa anti-coronavírus, disse que o veto a voos da África Austral era uma possibilidade, mas que ainda estava reunindo dados a respeito da nova variante.

A nova variante é mais perigosa?

 

Cientistas temem que essa nova versão do coronavírus, conhecida como B.1.1.529, seja ainda mais transmissível e “drible” o sistema imunológico. Por isso, há o temor na comunidade científica de que essa seja a “pior variante” do coronavírus identificada até o momento.

Em termos práticos, isso significa não só mais infecções, o que aumenta consequentemente as hospitalizações e mortes, mas a possibilidade de que as vacinas disponíveis hoje possam ser menos eficazes contra ela.

Essa grande preocupação se deve ao seu alto número de mutações. Vírus fazem cópias de si mesmos para se reproduzir, mas não são perfeitos nisso. Erros podem acontecer, resultando em uma nova versão ou “variante”.

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