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Paciente processa médico por “peito caído” após silicone; juíza nega

Magistrada alegou que implantação de silicone não abrange retirada de pele em excesso

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Uma mulher que realizou uma cirurgia para implantação de prótese de silicone, em Cuiabá, pede na justiça o pagamento de uma indenização por danos morais, materiais e estéticos, após o procedimento não sair como o esperado.

De acordo com informações do processo, a paciente procurou um médico na capital, no ano de 2014, para a implantação de próteses de silicone nos seios. Porém, seis meses após o procedimento, as mamas ficaram com aspecto “pior do que antes”.

“Em 12.05.2014, na consulta, explicou ao médico que a intenção era que seus seios ficassem com formato “médio natural” e “firmes”, tendo em vista que possuía uma filha, contudo, após seis meses as próteses caíram muito, ficando pior do que eram, indicando erro médico. Expõe que informou ao requerido sobre o fato e que buscou outros profissionais para questionamento do ocorrido, sendo informada que seria necessária a retirada de excesso de pele”, diz trecho dos autos.

O médico concordou em realizar o procedimento para retirada do excesso de pele (mastopexia), pelo valor de R$ 6 mil, o que fez a paciente ingressar no Poder Judiciário. O caso está sob análise da juíza da 10ª Vara Cível de Cuiabá, Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro.

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Em decisão do último dia 10 de junho ela não reconheceu a responsabilidade do cirurgião, explicando que uma perícia realizada constatou que tratam-se de procedimentos distintos. “Vale ressaltar que na conclusão, o perito afirma com clareza que a cirurgia inicialmente realizada (prótese), não contempla a retirada de excesso de pele (mastopexia), sendo um procedimento que não foi contratado pela parte autora e, ainda que a cirurgia não tenha atingido o efeito almejado como alega a autora, este não se deu por culpa do médico, que aplicou toda técnica e observância às normas médicas”, explicou a magistrada.

A decisão ainda cabe recurso.

 

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Em uma semana, MT registra 9.396 casos de infecção por Covid-19

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 60 internações em UTIs e 81 em enfermarias públicas.

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Em uma semana, de segunda-feira (20) a domingo (26), Mato Grosso registrou 9.396 casos de infecção pelo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, a taxa de internação em UTI Covid no Estado ficou em 70,79%.

Em enfermarias públicas, a taxa subiu de 16% para 17%, conforme o Painel Epidemiológico da Secretaria de Saúde.

 

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 60 internações em UTIs públicas e 81 em enfermarias públicas.

Nas últimas 24 horas, foram notificados mais 267 novos casos de Covid-19 em Mato Grosso.

Também nas últimas 24 horas, foram registradas mais duas mortes causadas pela doença.

Até agora, no total, foram registradas 14.979 mortes em decorrência do coronavírus.

A Secretaria de Estado de Saúde notificou, até a tarde deste domingo (26), 757.442 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso.

Dentre os dez municípios com maior número de casos estão: Cuiabá (135.443), Várzea Grande (53.569), Rondonópolis (44.283), Sinop (34.297), Tangará da Serra (24.341), Sorriso (23.277), Lucas do Rio Verde (23.318), Primavera do Leste (22.633), Cáceres (17.366) e Alta Floresta (16.999).

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Dos 757.442 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 8.925 pessoas estão em isolamento domiciliar e 732.846 estão recuperadas.

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