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Prefeito de Aragarças e esposa prestigiam vacinação contra gripe influeza (Veja Vídeo)

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O prefeito de Aragarças, Ricardo Galvão, e a secretária e primeira-dama Raqueline Galvão estiveram no sábado (22/5) visitando a unidade básica de saúde do Setor Ceará, no Dia D de vacinação contra a gripe Influenza H1N1 e observaram o atendimento disponibilizado à população.

Na oportunidade, Galvão ressaltou que a vacinação contra a gripe H1N1 vai continuar no decorrer da semana, pois o objetivo é vacinar toda a população de Aragarças até o dia 09 de julho. Estamos preparados para vacinar os aragarcenses e cuidar de todas as outras doenças virais ou não e que precisam de imunização em massa.

No caso da vacinação contra a Covid-19, dependemos das remessas enviadas pelos governos federal e estadual e, devido a isso, o cronograma de imunização segue outro ritmo. Ademais, o que depende apenas da Prefeitura de Aragarças, o fluxo de vacinação ocorre normalmente, finaliza o Prefeito Ricardo.

A enfermeira Larissa Valverde agradeceu a presença do prefeito Ricardo Galvão e da primeira-dama Raqueline Galvão e aproveitou para reforçar a necessidade da população aragarcense de procurar as unidades básicas de saúde para fazer o cadastramento e participar do processo de vacinação.

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Fonte: Ascom/Aragarças-GO.

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Vacina, variante gama e máscaras: o que barra internações pela delta?

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A variante delta do coronavírus já é uma realidade no Brasil e está se tornando predominante em muitos estados, superando outras cepas que causam a covid-19. No entanto, sua presença não veio acompanhada de um aumento de hospitalizações e mortes, como ocorre em outros países. Ainda é cedo para comemorar, mas especialistas já têm algumas hipóteses para explicar por quê.

Estudos apontam que essa nova mutação do vírus, surgida na Índia, é mais infecciosa e tem maior capacidade de escapar da resposta imune gerada pelas vacinas. Israel, por exemplo, vive uma terceira onda de casos, mais forte que a anterior — lá, a média de mortes também subiu.

Os Estados Unidos vivem uma onda quase tão intensa quanto a anterior, com média móvel de mais de 150 mil casos (calculada pela média diária de casos dos sete dias anteriores). A curva de mortes também está em ascensão, com média de quase 2.000 óbitos. Por outro lado, alguns países europeus, como França e Reino Unido, mesmo com uma disparada nos casos causada pela chegada da nova mutação do vírus, não tiveram alterações significativas na mortandade.

No Brasil, a delta estava presente em 71,5% das amostras de vírus sequenciadas em agosto, segundo a Rede Genômica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Só que esse índice varia muito por estado: em Minas Gerais, a cepa está em 50% das amostras analisadas; em Goiás, em apenas 18%; em São Paulo e Rio de Janeiro, em 85% e 89%, respectivamente.

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“Os dados já apontam na direção de que a delta pode, sim, ser a variante predominante”, diz Marcelo Gomes, pesquisador em saúde pública e coordenador do Infogripe, da Fiocruz. “Mas a nossa grande preocupação, de que a variante pudesse gerar um aumento expressivo no número de casos, isso, felizmente, ainda não se confirmou”, afirma.

É o que parece ter acontecido no Rio de Janeiro, cidade que chegou a ser intitulada de “epicentro da delta no Brasil” pelo prefeito Eduardo Paes (PSD), com 98% dos resultados dos sequenciamentos indicando essa cepa. De julho a agosto, os casos de covid subiram 44%, alcançando o pico de toda a pandemia (40 mil no mês passado).

As hospitalizações até subiram, mas em ritmo menor. No dia 30 de julho, havia 403 pacientes internados em UTIs da cidade. Um mês depois, em 28 de agosto, eram 508, uma elevação de 26%, ainda abaixo da alta no número de casos. Mas esse aumento não se sustentou e, ao longo de setembro, caiu para o patamar anterior, média de 400 internados em UTIs.

Os cientistas ouvidos pelo UOL são cautelosos ao analisar o comportamento da variante delta no país, mas alguns arriscam hipóteses, principalmente sobre os dados da capital fluminense. Umas delas considera a coincidência temporal da chegada da mutação no país com o avanço da vacinação.

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No Brasil, acabou coincidindo o fato de nós termos a maior parte da população com uma vacinação de primeira dose relativamente recente, favorecendo que as pessoas tenham um título de anticorpos que consiga evitar que a delta venha a provocar doença”Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp (Universidade de Campinas) e consultora da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia)

Isso, mesmo considerando que a primeira dose de qualquer vacina possa ser insuficiente para fazer frente à delta, observa a infectologista. O que também pode estar contribuindo para o baixo número de internações no país é a alta cobertura vacinal entre os idosos.

Além dessa simultaneidade com a vacinação, nós temos também a proximidade com picos muito fortes e recentes de covid-19. Nós tivemos o mês de março avassalador e, passou meio despercebido, mas maio também foi intenso, principalmente para a população adulta”Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz

Gomes e Stucchi concordam que essa última onda, provocada pela gama, pode ter imunizado naturalmente uma parcela da população que pegou e sobreviveu à doença. Ainda que essa proteção induzida seja temporária, ela pode estar ajudando a bloquear parte dos casos graves que a variante delta poderia provocar.

 

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