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Prefeito de Juína testa positivo para coronavirus

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O prefeito de Juína, Altir Peruzzo (PT), testou positivo para o Covid-19 nesta segunda-feira (18). A informação foi confirmada através de uma live nas redes sociais.

Ele fez o exame após o secretário municipal de Cultura, Adriano Souza, testar positivo por meio do teste rápido. Ao se pronunciar, o chefe do Executivo Municipal disse que assim que soube do resultado se isolou até dos familiares em um quarto de sua Agora, ele aguarda a confirmação de outro exame realizado pelo Laboratório Central do Estado (Lacen). “Eu ainda espero e acredito que vá dá negativo até porque eu não tenho nenhum sintoma. Estou totalmente assintomático sem qualquer problema que venha a sugerir que esteja”, expressou.

Ainda durante a transmissão, o gestor disse não ter apresentado nenhum dos sintomas da doença e que por precaução, todos os membros de sua família também foram submetidos a testagem, que deram resultado negativo. Até o momento, o município tem apenas cinco casos suspeitos do novo coronavírus.

Os registros também aguardam a confirmação oficial do Lacen.

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Ômicron: nova variante detectada na África do Sul já chegou a Israel, Bélgica e Hong Kong

No Brasil, a Anvisa recomendou que o governo adote restrições para voos e viajantes vindos de seis países da África: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Uma nova variante da Covid-19 detectada originalmente na África do Sul e agora batizada de omicron acendeu o alerta entre autoridades de saúde de todo o mundo. Casos da variante classificada como B.1.1.529 já foram identificados em ao menos três lugares do mundo para além do continente africano.

Na Europa, o primeiro caso foi confirmado na Bélgica, em um paciente que havia chegado do Egito no início de novembro. Além disso, já há casos confirmados em Israel, Hong Kong e Botsuana.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que o governo adote restrições para voos e viajantes vindos da África do Sul e cinco países vizinhos – Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Porém, a entidade afirma que “quaisquer restrições de deslocamento não são determinadas pela Anvisa, mas pelo grupo interministerial formado por Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Saúde e Ministério da Justiça”. A agência não informou se pretende recomendar restrições para viagens de outros países.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou nesta sexta-feira (26/11) uma reunião para tratar da nova variante, na qual a classificou como “variante preocupante” (variant of concern, o termo usado para descrever as variantes mais problemáticas até agora, como a delta, gama etc) e a batizou de omicron.

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Mas, mais cedo, advertiu que países não devem se apressar em impor restrições de viagens, pedindo que tenham uma “abordagem baseada no risco e na ciência”.

“Qualquer restrição de viagem deve ser pesada, e países já podem fazer muito em termos de vigilância e sequenciamento e trabalhar em conjunto com os países afetados ou globalmente “, disse o porta-voz da OMS, Christian Lindmeyer.

A despeito disso, para tentar frear a disseminação da nova variante, diversos países também estão adotando restrições a voos saídos da África, como os Estados Unidos, Alemanha, Japão e Singapura.

Já a Comissão Europeia recomendou que países da União Europeia restrinjam emergencialmente voos originários da África Austral.

Sajid Javid, ministro da Saúde do Reino Unido, a descreveu a nova versão do coronavírus como uma “grande preocupação internacional”.

 

“Uma das lições desta pandemia foi que devemos agir rapidamente e o mais cedo possível”, disse ele.

 

Nos EUA, o médico Anthony Fauci, chefe da força-tarefa anti-coronavírus, disse que o veto a voos da África Austral era uma possibilidade, mas que ainda estava reunindo dados a respeito da nova variante.

A nova variante é mais perigosa?

 

Cientistas temem que essa nova versão do coronavírus, conhecida como B.1.1.529, seja ainda mais transmissível e “drible” o sistema imunológico. Por isso, há o temor na comunidade científica de que essa seja a “pior variante” do coronavírus identificada até o momento.

Em termos práticos, isso significa não só mais infecções, o que aumenta consequentemente as hospitalizações e mortes, mas a possibilidade de que as vacinas disponíveis hoje possam ser menos eficazes contra ela.

Essa grande preocupação se deve ao seu alto número de mutações. Vírus fazem cópias de si mesmos para se reproduzir, mas não são perfeitos nisso. Erros podem acontecer, resultando em uma nova versão ou “variante”.

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