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Prefeitura de Barra do Garças renova leitos de UTI do Pronto Socorro com novas camas elétricas

As novas camas foram compradas para substituir seis leitos que estavam sendo alugados mensalmente para uso hospitalar.

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A Prefeitura de Barra do Garças, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, adquiriu recentemente oito novos leitos elétricos para a UTI do Pronto Socorro Municipal. As novas camas foram compradas para substituir seis leitos que estavam sendo alugados mensalmente para uso hospitalar, com a nova aquisição estão sendo economizados cerca de R$ 90 mil anuais aos cofres municipais.

As camas foram adquiridas através de recursos de emenda parlamentar, e o secretário de Saúde, Adilson Tavares, frisou que era um anseio antigo da gestão renovar os leitos do Pronto Socorro e deixar de pagar aluguel por camas hospitalares.

“Nossa visão é em breve substituir todos os leitos por camas novas, elétricas e modernas para melhor atender nossos pacientes. Estávamos pagando mais de R$ 1.300 mensais por cama aqui no hospital, seis eram alugadas, com essa economia também podemos investir mais na estrutura do Pronto Socorro e transformar a Saúde do nosso município”.

A coordenadora geral do Pronto Socorro, Alverina Kosanke, falou sobre a necessidade urgente das camas para atender os pacientes mais necessitados.

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“Com as camas que chegaram nós já conseguimos acomodar os pacientes que mais precisavam, com mais conforto e de forma adequada. Estamos aguardando agora os novos leitos que ainda virão e que vão auxiliar no tratamento dos pacientes da UTI e da Semi Intensiva”.

De acordo com a Secretaria de Saúde, outras 14 camas estão em processo licitatório para aquisição e em breve devem chegar ao Pronto Socorro. Além disso, estão sendo adquiridos insumos e equipamentos hospitalares novos,  através de recursos do deputado estadual Nininho, no valor de R$ 200 mil, que irão contribuir com a renovação e modernização de todos os leitos de UTI e enfermaria do hospital.

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Saúde

Ômicron: nova variante detectada na África do Sul já chegou a Israel, Bélgica e Hong Kong

No Brasil, a Anvisa recomendou que o governo adote restrições para voos e viajantes vindos de seis países da África: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Uma nova variante da Covid-19 detectada originalmente na África do Sul e agora batizada de omicron acendeu o alerta entre autoridades de saúde de todo o mundo. Casos da variante classificada como B.1.1.529 já foram identificados em ao menos três lugares do mundo para além do continente africano.

Na Europa, o primeiro caso foi confirmado na Bélgica, em um paciente que havia chegado do Egito no início de novembro. Além disso, já há casos confirmados em Israel, Hong Kong e Botsuana.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que o governo adote restrições para voos e viajantes vindos da África do Sul e cinco países vizinhos – Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Porém, a entidade afirma que “quaisquer restrições de deslocamento não são determinadas pela Anvisa, mas pelo grupo interministerial formado por Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Saúde e Ministério da Justiça”. A agência não informou se pretende recomendar restrições para viagens de outros países.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou nesta sexta-feira (26/11) uma reunião para tratar da nova variante, na qual a classificou como “variante preocupante” (variant of concern, o termo usado para descrever as variantes mais problemáticas até agora, como a delta, gama etc) e a batizou de omicron.

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Mas, mais cedo, advertiu que países não devem se apressar em impor restrições de viagens, pedindo que tenham uma “abordagem baseada no risco e na ciência”.

“Qualquer restrição de viagem deve ser pesada, e países já podem fazer muito em termos de vigilância e sequenciamento e trabalhar em conjunto com os países afetados ou globalmente “, disse o porta-voz da OMS, Christian Lindmeyer.

A despeito disso, para tentar frear a disseminação da nova variante, diversos países também estão adotando restrições a voos saídos da África, como os Estados Unidos, Alemanha, Japão e Singapura.

Já a Comissão Europeia recomendou que países da União Europeia restrinjam emergencialmente voos originários da África Austral.

Sajid Javid, ministro da Saúde do Reino Unido, a descreveu a nova versão do coronavírus como uma “grande preocupação internacional”.

 

“Uma das lições desta pandemia foi que devemos agir rapidamente e o mais cedo possível”, disse ele.

 

Nos EUA, o médico Anthony Fauci, chefe da força-tarefa anti-coronavírus, disse que o veto a voos da África Austral era uma possibilidade, mas que ainda estava reunindo dados a respeito da nova variante.

A nova variante é mais perigosa?

 

Cientistas temem que essa nova versão do coronavírus, conhecida como B.1.1.529, seja ainda mais transmissível e “drible” o sistema imunológico. Por isso, há o temor na comunidade científica de que essa seja a “pior variante” do coronavírus identificada até o momento.

Em termos práticos, isso significa não só mais infecções, o que aumenta consequentemente as hospitalizações e mortes, mas a possibilidade de que as vacinas disponíveis hoje possam ser menos eficazes contra ela.

Essa grande preocupação se deve ao seu alto número de mutações. Vírus fazem cópias de si mesmos para se reproduzir, mas não são perfeitos nisso. Erros podem acontecer, resultando em uma nova versão ou “variante”.

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